Programa Adoradores sem Limites

domingo, 14 de abril de 2013

Marcos Feliciano

 

Marcos Feliciano, este é o nome mais cogitado do momento, natural da pequena Orlandia na região de Ribeirão Preto, este homem tem sido amado e odiado ao mesmo tempo na mesma intensidade.

Eu como Assembleiano, que vivo este imenso e complexo universo que são as Assembleias de Deus no Brasil, não concordo claro com tudo o que escuto e vejo, mas não posso ser leviano e deixar de entender que frases tiradas do sei contexto podem ter o poder destruidor de uma bomba atômica. As Assembleias de Deus no Brasil não possuem como alguns pensam um líder máximo, estão por sua vez divididas em ministérios e convenções, havendo duas convenções que são as maiores a CGADB – Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que por sua vez congrega vários ministérios independentes entre si como, Belém, missão, Ipiranga, santos… sendo esta convenção presidida pelo Pastor José Wellington do ministério do Belém e a CONAMAD – Convenção Nacional da Assembleia de Deus de Madureira, que por sua vez congrega todas as Igrejas pertencentes ao ministério de Madureira, cuja sede nacional fica no Rio de Janeiro, em Madureira e é presidida pelo Bispo Manuel Ferreira.

Fora isso existe outras tantas igrejas Assembleias de Deus, que não estão coligadas a convenção alguma.

Esta explicação é valida para mostrar que embora grande a Assembleia de Deus é  dividida, independente em seus procedimentos de suas igrejas co-irmãs e ao mesmo tempo unida em suas convenções.

Marcos Feliciano quando fala, não fala como como porta voz das Assembleias de Deus, fala por si,por sua próprias convicções e visão que ele tem da bíblia como Palavra de Deus.

Quisera eu que mais homens se levantassem neste país e gritassem em alto e em bom soim as suas convicções, somos bombardeados todos os dias, engolindo de garganta a baixa, todo o lixo produzido por uma sociedade afastada de Deus, abaixamos a nossa cabeça, as vezes nos acomodamos, e não expressamos o que cremos ser a verdade, é o “infeliz silencio do bons”.

Procuramos meios de agradar a todos, não sabendo que isso muitas vezes pode custar o nosso testemunho cristão, nossa fé e nosso relacionamento com Deus.

Marcos Feliciano, não fala como porta voz das Assembleias de Deus ou dos milhões de pentecostais espalhados por este pais afora. Mas eu me identifico com sua coragem de dizer a verdade bíblica, em tempos em que muitos estão preferindo fazer uma releitura critica e se possível retirar delas alguns trechos, uma leitura “politicamente correta”.

Não concordo quando acusam de racismo, pois a própria historia do pentecostalismo é a a historia de homens que venceram o racismo americano e juntos Paham, Seymour, entre outros, estiveram no meio do maior mover espiritual que o século 20 presenciou. Vale apenas dizer que a politica de segregação americana pelos idos de 1910 tomou um forte golpe com o surgimento do movimento pentecostal, que unia brancos e negros sob a liderança de um homem negro, leigo, filhos de escravos e plantador de algodão Willian J  Seymour.

Não concordo quando o acusam de racismo, pois as Assembleias de Deus eram e ainda são uma igreja voltada para todas as camadas da sociedade, “onde tem coca-cola e correios existe uma igreja Assembleia de Deus” fazendas, povoados, favelas, bairros nobres e muitas de nossos lideres são negros. Só para citar um exemplo o pioneiro e saudoso pastor Anselmo Silvestre que presidiu a Assembleia de Deus de Belo Horizonte – Minas Gerais.

Não concordo quando o acusam de racismo porque na Igreja a qual preside, muitos de seus lideres são também negros.

Concordo com a declaração de que Feliciano é Homofobico se entendemos homofobia como uma postura critica em relação as praticas do homossexualismo, mas não concordo se a conotação tiver a haver com discriminação e violência com relação a orientação sexual, pois não isso o que percebo nem nos discursos nem na pratica, e também não é essa a doutrina do evangelho.

Não concordo também com as declarações de que África seja amaldiçoada, mas crio que as declarações estão fora do contexto.

Assim como o Pastor Marcos Feliciano, não é um porta voz oficial das Assembleias de Deus e dos movimentos pentecostais desse pais, eu também não sou. Mas espero sinceramente que outros homens e mulheres se levantem nesse pais, denunciando o pecado e sendo porta vozes não de uma confissão religiosas presos muitas vezes normas e politicas corretas que as instituições propõem, mas arautos da verdade bíblica, doa a quem doer, pois a verdade precisa ser dita e isso cabe a nós.

Acredito que os homossexuais, precisam ter seus direitos preservados, assim como todos nós precisamos, que não podem ser alvos da violência, assim como ninguém o pode, mas não posso aceitar que tenham privilégios e quem criem nesse pais um regime de exceção, que empurrem seus conceitos de goela abaixo, que influenciem nossos filhos.

Acredito que tem o direito de levarem a sua vida como quiserem, e eu tenho o direito de continuar embora pareça retrógado e inapropriado para esta geração, de dizer que o homossexualismo se enquadra em uma pratica que desagrada a Deus.

 

Rodryguez&Carvalho

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