Programa Adoradores sem Limites

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Milagres

 

Já viu um milagre?  - Eu já, o vejo a cada dia, a cada momento, imperceptíveis para uns, invisíveis para outros, mas eu os vejo de olhos abertos!

Olho para meu passado, e vejo uma história falida, um projeto condenado, com varias e intermináveis variantes que concordariam sempre como mesmo final: “Fracasso”

Mas cheguei até aqui, tudo isso porque uma mão misteriosa, potente foi me guiando assim como um farol guia o navegante no mais revolto e bravio mar. Muitos foram os que apostaram na minha derrota, perderam suas apostas! Outros em juízo temerário me condenaram, Deus foi ao meu auxilio e em Cristo mudou a minha sentença.

Fico pensando nesse milagre da restauração que Deus fez em minha vida, penso, reflito e não me canso de pensar e ser agradecido. A graça de Deus superabundou em minha vida e hoje eu antes um filho da ira, transformado em filho de Deus, anuncio as grandezas daquele que me chamou das trevas para sua maravilhosa luz.

Transformado em Cristo, já seria muito, enorme, tremendo mas ser feito ministro da nova aliança, isso foi um dom, uma graça, uma prova completa da minha restauração.

Sei que muitos em algum lugar podem apontar minhas falhas e erros de um passado distante, mas como acusar e julgar um homem morto? Pela morte extinguisse o processo. Muitos talvez olhem para mim e procurem aquele Velho Homem, não o acharão pois ele morreu e fui sepultado.

Um novo nascimento, esse milagre silencioso e invisível, foi esse o maior milagre que seu já pude presenciar, esse milagre misterioso que o próprio Nicodemos na sua condição de príncipe do povo, não pode compreender, foi esse milagre que atingiu a minha vida.

Aos que me conheceram no passado e querem saber da minha mudança eu lhes digo : “Jesus!”

Aos que me enxergam hoje como nova criatura e me interrogam como isso é possível eu lhes digo: “Jesus!”

Sim, eu creio em milagres!

 

Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras de Satanás” (I João 3:8)

 

Rodryguez & Carvalho

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Santidade

 

 

 

Onde estão os pregadores, as vozes proféticas que tanto precisamos em nossa sociedade?

Onde estão aqueles que deveriam denunciar o pecado, e anunciar as boas novas do evangelho?

Corrupção de um lado, medo de falar a verdade do outro, medo que as igrejas se esvaziem, medos que a sociedade em épocas do politicamente correto não  os veja com bons olhos.

Fazer parte do rebanho de Cristo, está se confundindo com o fazer parte de um clube, com direito a carteirinha e tudo, entretenimento, piadas, teatros, danças, tudo faz parte da liturgia invertida, e para massagear o ego, nada melhor que uma palavra de auto-ajuda, no melhor estilo :“Você quer, Você pode!”

Mas a PALAVRA, sim está que levanta o homem, mas que também o abate, que lhe mostra os seus erros, que lhe choca com a VERADADE, que lhe mostra o qual pequeno é diante de Um Deus tão Grande, que mostra o quão pecador é diante de um Deus tão Santo. Precisamos de um retorno a PALAVRA, precisamos demais momentos de humilhação diante de Deus, do que de momento fúteis de entretenimento e convívio social.

Precisamos de mais Jonathan Edwards, com sua pregação “Pecadores nas mãos de um Deus Irado” Precisamos de mais homens como Wesley e sua ênfase na santidade, de Moody, com sua visão de separação entre o entretenimento e a fé Cristã.

Mas quem estará pronto para ouvir? Quem estará pronto para correr o risco de ser retrógado, impopular e politicamente incorreto, quem estará pronto a fugir do esquema, do sistema e voltar ao trilho da pregação cristocentrica ?

Adoradores onde estão? Adoradores quem tremem e temem, que o adoram em espírito e em verdade? Adoradores com um compromisso único com Deus, se diante de uma multidão ou diante de uma pequena congregação ou mesmo diante de ninguém apenas de Deus são sempre adoradores?

Mamon, deve ser expulso das comunidades cristãs, dos lares cristãos e da vida de muitos pregadores cristãos.

Integridade já.

 

Rodryguez & CArvalho

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Deus resiste ao Soberbo

A Soberba é um pecado comum , muitas vezes escondido no interior da vida humana, pouco reconhecido, até mesmo porque é difícil uma pessoa se reconhecer como tal, alias é mais fácil reconhecer o pecado dos outros do que olhar para si próprio e considerar os seus próprios caminhos, e muitas vezes quando olhamos para nós mesmos corremos o risco de sermos complacentes demais, é justamente por isso que precisamos do olhar de Deus sobre as nossas vidas.

A soberba é o sentimento ou a busca da severidade sobre as demais pessoas, a pretensão de exclusividade, seja em razão da sua etnia, cultura, posição social ou religiosa. Foi Cristo quem deixou bem claro que se alguém quisesse ser o maior deveria ser o menor e servir, muita embora este conceito e doutrina seja divulgado e pregado na pratica muitas vezes a coisa não funciona como deveria, pois o que não faltam em nossos dias são pessoas que reivindicam para si títulos, posições e honrarias e exaltam sua condição em detrimento do outro e no pior do casos esquecem da sua posição ínfima diante de Deus.

Aqueles que procuram para si a glória e a busca com todas as suas forças dificilmente ou nunca a terão e a se tiverem é por um espaço de tempo curto e é certo o seu fim. Por outro lado muitos como o Rei Davi não sabiam e nem tinham ideia do que lhes estava reservado, e mesmo quando na posição não deixaram o sentimento de soberba lhes arrebatar, enfim tiveram suas posições estabelecidas e perpetuadas pelo próprio Deus.

A soberba nos impede de ver o outro como igual, o soberbo sempre tem um olhar de severidade em relação aos demais. 

O soberbo é alguém em constantes lutas, guerras, intrigas e desafios um competidor por natureza, que vive a procura de constantes vitórias com a intenção cada vez maior de sua própria exaltação.

O soberbo é alguém em uma constante luta, não tem paz em si mesmo, e também não busca a paz, lembremos-nos que paz em Hebraico Sharon, deriva de uma raiz que significa submeter-se ( A Deus), assim o soberbo não convive com a paz, porque muitas vezes é nos submetendo-nos uns aos outros e tendo os outros como superiores é que encontramos a paz. Cristo não veio criar uma oligarquia religiosa, poucos mandam e muitos obedecem, também não veio criar uma democracia religiosa, antes veio para converter o homem a Deus, o pai o filho o filho ao pai, acabar com as lacunas de separação abertas pelo pecado, e nos conduzir a condição que todos fossemos um, com equidade de animo, diferentes funções no corpo porém todas de igual importância no reino.

O soberbo é alguém em uma luta, luta em que entra na condição de vencido, de perdedor, muito embora muito se esforce, já esta fadado ao fracasso, pois luta contra o próprio Deus.

"Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós. Humilhai-vos perante o Senhor e Ele vos exaltará..."

 

Rodryguez & Carvalho

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Alienação

Há vários sentidos para o conceito de alienação. Juridicamente, significa a perda do usufruto ou posse de um bem ou direito pela venda, hipoteca etc. Nas esquinas vemos cartazes de marreteiros para motoristas: “Compramos seu carro, mesmo alienado”.

Em outro contexto, referimo-nos a alguém como um “alienado mental”, querendo , com isso, dizer que tal pessoa é louca. Aliás, alienista é o médico de loucos.

Etimologicamente a palavra a alienação vem do Latim alienare, alienus, que significa  “que pertence a um outro”, Alienar, portanto, é tornar alheio, é transferir para outro o que é seu.

Existe também a alienação religiosa, fanática, que aparece em cultos ligados a Idolatria, quando um povo constrói ídolos e passa ase submeter a eles. Esse ídolo construído por mãos humanas, passa a assumir um valor que antes não tinha, criando um certo encantamento ou feitiço pessoal para aquele que o idolatram., Na alienação religiosa então o homem passa aquilo que é seu para outrem, outrem porém que não existe é fruto de suas próprias mãos, imaginações ou em pior caso fruto de forças demoníacas opressivas. O homem assim alienado, aliena também aquilo que não é seu pois a honra e glória devida pertencem somente a Deus.

Temos aqui um problema duplo que causa escravidão espiritual, além da idolatria roubar do homem aquilo que lhe é próprio, ainda o faz roubar aquilo que pertencer a Deus. Assim o idolatra peca contra si mesmo e seus semelhantes e peca também contra Deus.

A fé cristã em si não aliena o homem mas o complementa, não lhe subtrai mas lhe acrescenta pois o homem alheio e alienado das promessas de Deus passa agora em Cristo a ser um herdeiro.

A idolatria condenada pela bíblia tem dois aspectos fundamentais, o primeiro é a proibição de se fazer imagem ou representação do criador e a segunda de se fazer uma imagem da criatura ou das coisas criadas e equipara-las ou torna-las semelhantes ao Criador.

Um símbolo nunca pode ser mais importante do que o ele simboliza. E o uso exagerado de símbolos tem em si a capacidade de servir de laço e tropeço fazendo com o que homem ao invés de comtemplar o criador comtemple o símbolo em si, como um elo de ligação ou objeto magico, conferindo vida e valor aquilo que nenhum valor tem.

Nossa pátria é o céu, mas enquanto na terra e interagindo com o mundo devemos tomar cuidado para que a nossa fé não seja alienada, por coisas matérias, quando falamos em idolatria pensamos logo em imagens, em religiões pagãs etc. Mas existe uma idolatria que é sutil, e que está ligada diretamente ao dia a dia , ao trabalho e ao dinheiro, e a idolatria consumista, que visa sempre a posse cada vez maior de bens matérias, mesmo que não precisemos deles. O dinheiro e a posse de bens de consumo passa a ter um valor maior do que a vida espiritual, afinal é melhor ter do que ser.

Jesus nos advertiu para que tivéssemos uma vida moderada, equilibrada, estivéssemos contentes. Não isso não é uma apologia a miséria nem a pobreza, mas antes disso uma doutrina sobre a vida equilibrada, vida esta que agrada a Deus.

O cristão alienado, idolatra, e que busca ansiosamente as coisas desde mundo, esquece-se de buscar em primeiro lugar o reino. Dizendo ter fé para possuir, afastou da fé, pois não crê que a busca do reino em primeiro lugar ira lhe acrescentar as demais coisas!

 

Não deixemos que o presente século nos aliene das coisas espirituais.

 

Rodryguez & Carvalho

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O vaso de Alabastro

 

 

Seis dias antes da páscoa, Jesus chegou a Betânia, onde vivia Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Ofereceram-lhe ali um jantar. Marta servia, e Lázaro estava entre os que se reclinavam à mesa com ele. Então Maria tomou uma libra de um nardo puro, um perfume muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. E toda a casa se encheu com a fragrância do perfume”. (João 12.1-3)

Faltavam poucos dias para a páscoa e Jerusalém fervilhava. O povo chegava de toda a parte para celebrar a grande festa. Na época de Jesus havia cerca de 50 mil habitantes em Jerusalém. Este número aumentava para cerca de 200 mil na época da páscoa. Jesus decidiu se afastar daquela confusão, e foi passar a noite em Betânia, cidade situada cerca de 3 km a leste de Jerusalém. Lá, Jesus visitou Simão, antes conhecido como “o leproso”, que o recebeu com prazer e lhe serviu uma boa refeição. Nesta época era comum as mesas serem baixas, pouco acima do chão. Por isso, as pessoas se sentavam no chão, e reclinavam-se à mesa. E lá estava Jesus, reclinado à mesa e cercado de amigos.

Marta servia a todos, enquanto seu irmão Lázaro estava sentado junto com seu amigo Jesus. De repente, Maria, irmã de Marta e de Lázaro, entrou no lugar onde Jesus estava. Ela se aproximou de Jesus carregando um vaso de alabastro contendo uma libra de nardo puro (Jo. 12:3) e quebrou o vaso, derramando o bálsamo sobre a cabeça Dele (Mc. 14:3).

O perfume era tão intenso que encheu toda a casa (Jo. 12:3). O nardo era um bálsamo raro extraído de uma planta nas regiões do Himalaia (Índia), e sendo um produto importado de longa distância era um artigo caro e raro. A quantidade citada na Bíblia (“uma libra”) equivale a cerca de 326 gramas. Este bálsamo poderia ter sido vendido por 300 denários (Mc. 14:5). Naquela época, um trabalhador recebia um denário por um dia de trabalho. Assim, o nardo derramado por Maria valia praticamente o salário de um ano de trabalho. Com este ato, Maria estava declarando que Jesus é mais precioso do que o mais puro nardo. Nesta história, uma das muitas lições que podemos aprender é a importância de quebrar o vaso. Em Mc. 14:3 diz: “... e, quebrando o alabastro...”. Por que Maria quebrou o vaso? Era mesmo necessário quebrá-lo? Ele não poderia ter sido poupado? Não seria possível derramar o bálsamo sem quebrar o vaso? Na verdade, não! Observe a foto inserida no início deste texto. Esta é uma imagem de um vaso de alabastro encontrado em Canaã (Israel) datado de aproximadamente 1400 – 1200 a.C.

O alabastro é uma variedade do gesso, e era muito usado para fazer pequenos vasos. O vaso de alabastro era pequeno, com cerca de 14 cm de altura. Seu corpo era redondo, e ia afinando até o gargalo. Possuía uma pequena alça para que pudesse ser carregado preso ao cinto. Ele era selado (ou tampado) no gargalo para que o bálsamo não se perdesse e também para que o perfume fosse preservado. Desta forma, para usar o bálsamo, a pessoa tinha que quebrar o vaso. Para facilitar a quebra e para não correr o risco de quebrar demais o vaso e perder todo o bálsamo, o vaso possuía umas ranhuras em forma de espiral na altura do pescoço. Estas indicavam o local onde o vaso deveria ser quebrado e serviam também para facilitar a quebra. Como o vaso tinha que ser quebrado, não poderia utilizar apenas metade do bálsamo e guardar a outra metade. Era necessário usar todo o bálsamo de uma vez só. Por este motivo, o vaso de alabastro era pequeno, pois era a medida exata para caber uma quantidade suficiente para ser aplicada uma única vez.

O vaso de alabastro é criado justamente para isso. Ele é formado para guardar um bálsamo precioso, e sabe que terá que compartilhá-lo com as pessoas. O vaso de alabastro sabe que quando chegar o momento do bálsamo ser derramado, ele será quebrado. Mas isso não lhe causa dor, pelo contrário, ele sente prazer porque ao ser quebrado o perfume do bálsamo se espalhará pela casa toda, e todos sentirão o suave odor daquela fragrância. Ser quebrado não é o ponto mais baixo da história do vaso de alabastro. Pelo contrário. É o ponto mais alto. É para isso que ele foi criado.

Sabe, nós somos como o vaso de alabastro. Todos nós temos esse bálsamo dentro de nós. Segundo a Bíblia, nós somos o suave perfume de Cristo. Não podemos trancá-lo ou escondê-lo. Ele precisa ser compartilhado. Precisamos deixar que o vaso seja quebrado, para que o bálsamo seja derramado. Só assim, todos sentirão o seu suave perfume. Não lamente quando você for quebrado. Não lamente pela quebra do velho vaso. Preste atenção ao perfume que o Senhor está derramando em sua vida e através dela.

“Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.”

 

Fonte:

 http://perfumedejesus.blogspot.com.br

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Que tipo de Avivamento Precisamos ?

 

Avivamento é a palavra do momento em voga já a muito tempo nos meios evangélicos, Se diz até do pregador AVIVALISTA, aquele que trás uma mensagem eloquente, cheia de “unção” e faz o publico pular, saltar… entre outras coisas.

Já fui pessoalmente a muitos eventos de avivamento, lá dentro uma atmosfera quase hipnótica, mas fora aqueles momentos tudo normal, sem alguma mudança significativa.

Creio que existe muitas controvérsias entre o avivamento promovido por Deus, e esses avivamentos que estou um pouco cansado de acompanhar.

Pula-se muito, grita-se em demasia mas não existe de fato o Fruto da novidade de vida.

Ora-se muito em público em voz alta, mas ao mesmo tempo em que se ora por tudo, se ora por nada, pois a oração fica sem foco, sem objetivo, e mais parece estar se dando ordens em Deus do pedindo a sua graça.

Canta-se demais, a musica toma conta do ambiente, mas o louvor passa um pouco de largo, digo um pouco para ser modesto, um canto em que o homem é exaltado, um canto em que o ser humano é posto no centro não deixa lugar para quem realmente no centro deveria estar! Isso sem enumerar os refrãos repetitivos, fáceis de se gravar, ótimos para se vender, mas que de longe não exaltam o Deus de Israel.

Um avivamento onde a Bíblia é lida, mas não compreendida, tendo em vista que a “revelação pessoal” tem mas peso do que a verdade escrita, onde a “revelação pessoal” pode ir na contra mão do que está escrito.

É preciso vida e vida em abundancia, famílias transformadas, lares mudados, vida cristã verdadeira! O verdadeiro avivamento não é composto apenas de momentos frenéticos e exultantes nas reuniões, antes disso ele deve ser acompanhado por uma vida onde o fruto do Espírito possa transparecer.

A verdadeira vida Cristã não a vivida no seio dos cultos, das reuniões, antes é que é vivida no momentos secretos, longe dos olhares que possam nos recriminar ou elogiar. A vida Cristã é o segredo de se andar sempre ao lado de Deus, e ter Deus por testemunha dos nossos atos.

Não adianta um avivamento exterior em que todos se dobram e e se ajoelham quando congregados, mas não se curvam diante da vontade de Deus e sua palavra nos relacionamentos do dia a dia.

Ser crente avivado no meio do culto, na aparência exterior é fácil, e pode até conferir algum “status”.

Para quem será o tão temido “não vos conheço!”, será para os que em público expulsaram os demônios, efetuaram curas, pregaram tudo isso em nome de Jesus, mas o coração longe dele.

Aviva o Senhor a Tua Obra.

 

Rodryguez&Carvalho