terça-feira, 29 de junho de 2010


A ARMADURA DE DEUS

VESTIDOS PARA A VITORIA

 

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.

 

 

 

 

Introdução

 

Longe de ser um estudo o que compartilharei, são as minhas reflexões sobre, a " Armadura de Deus"  descrito na Carta de Paulo aos Efésios Cap. 6:10-18, o motivo de minhas reflexões é que todos dias na oração matinal meu Pastor, o Pastor Alceu – Igreja Internacional da Família Crista de Ribeirão Preto – tem por costume orar declarando este texto,  também em ocasiões diversas nos estamos lendo e / ou orando de acordo com as palavras deste texto de Efésios, motivo pelo qual, me sinto motivado a dividir com outras pessoas atravésminhas reflexões. Tem uma coisa que eu admiro na palavra de Deus, é como que fatos do cotiano viravam lições espirituais. Paulo viu na vestimenta de um Soldado Romano , um excelente forma de nos anunciar verdades espirituais. Sabemos que vivemos uma vida de constante batalha, nas dimensões do invisivel, e que querendo ou não já estamos inseridos neste contexto de batalha espiritual, bom então Soldados as Armas e ao bom combate vamos!

 

A Armadura é Deus e o Seu objetivo sempre será a Salvação.

A Armadura nos é apresentada como sendo de Deus, pertecente a Ele, e feita com um proposito especifico, tal figura ou simbologia não é exclusiva do Novo Testamento, no profeta Isaias  54:16-17 Lemos:

E vendo que ninguém havia, maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; por isso o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve.

Pois vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pós o capacete da salvação na sua cabeça, e por vestidura pôs sobre si vestes de vingança, e cobriu-se de zelo, como de um manto.

Consideremos alguns fatos revelados pelo profeta Isaias:

Não havia ninguem : Deus procurou um intercessor alguem para se por entre ele e os pecadores, é necessário dizer aqui que a forma melhor de se por entre Deus e homens é anunciando a Salvação, então em decorrencia da falta de alguem capaz, o Proprio Deus estende o seu Braço ( Cristo e seu ministério terreno de Salvação) E veste-se de sua armadura para tal tarefa. 

Agora porém nos como continuadores da Obra de Cristo Na terra, somos convidados por Paulo a nos apriarmos espiritualmente dessa armadura para que possamos lutar as "guerras do Senhor"  vencendo com armas espirituais e trazendo pensamentos cativos até o Senhorio de Cristo. 2 Cor 10.4

 

 

As Seis Peças

1.       Cinturão da Verdade

2.       Couraça da Justiça

3.       Sandalias do Evangelho

4.       Escudo da Fé

5.       Capacete da Salvação

6.       A Espada do Espirito

1-) O cinturão da verdade- O cinturão era uma faixa larga de couro, colocada em torno da cintura, para firmar as outras peças da armadura no corpo do soldado e para sustentar a espada. Sem conhecer e praticar a verdade, o cristão fica desprotegido e torna-se um alvo fácil para o diabo, o pai da mentira.


2-) A couraça da justiça- A couraça é constituída de duas peças: uma frontal, que cobrirá o tórax, outra posterior, que cobrirá as costas. Esta peça protegia os órgãos vitais do corpo. Para vencer, o crente não pode confiar na sua própria justiça, e sim na justiça que vem de Deus pelo sacrifício de Jesus. Essa é a couraça que blinda o coração do cristão contra o pecado e as acusações do inimigo.


3-) As sandálias do evangelho -As sandálias dos soldados romanos eram feitas de couro com cravos nas solas, para dar maior apoio aos pés na hora da batalha. Essa peça tinha a finalidade de proteger os pés dos soldados, onde quer que ele fosse (hoje usamos botas). O evangelho, que funciona como uma proteção para o crente ao longo de toda sua caminhada cristã e ajuda-o a avançar em sua missão de anunciar as boas novas de salvação em Cristo. Somos embaixadores de Cristo e ministros do evangelho, devemos anunciar e promover a paz.


4-) O escudo da fé-  O escudo usado pelo exército romano tinha cerca de um metro e vinte de altura e sessenta centímetros de largura, era feito de madeira e revestido de couro molhado para apagar as flechas incandescentes disparadas pelos inimigos. As bordas do escudo permitiam que os soldados encaixassem um no outro, e marchassem em linha de ataque contra os adversários. Essa peça de defesa e de ataque representa a fé em Deus, que domina, controla e dirige todos os aspectos da vida do crente. A fé tem capacidade de proteger o crente contra todos os "dardos inflamados" (mentiras, blasfêmias, acusações, desejos pecaminosos, dúvidas) lançados pelo inimigo para atingir-nos.


5) O capacete da salvação- O capacete romano era uma peça de couro grosso ou de metal, usada para proteger a cabeça do soldado dos golpes de espada e das flechas disparadas contra sua cabeça. A salvação, uma expressão da graça divina, que só pode ser recebida mediante a fé em Deus e em seu Cristo, atua sobre a mente do cristão como um capacete que o protege das mentiras e das artimanhas do Diabo.


6) A espada do Espírito A espada é uma arma de defesa e de ataque. Os soldados romanos usavam duas espadas: uma longa e outra curta, usada em combates corpo a corpo. A Palavra de Deus é a espada do Espírito, que "é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hb 4.12). A pregação da verdade, a Palavra de Deus, é uma arma eficaz contra o inimigo, ela produz fé para a salvação e vida, liberta, cura, transforma. Usemos, pois, a Palavra de Deus e todas as demais armas espirituais que Deus nos disponibilizou para resistir o inimigo e vencer as batalhas.

 

Não sei qual o tamanho da sua roupa ,  nem o número do seu calçado, mas sei de uma coisa: A Armadura de Deus, cabe bem em você...


 
samuel rodryguez




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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Evangélicos na política - "Política: das falácias do poder aos desafios do servir" é tema de aula inaugural em escola cristã
Publicado em 31/08/09 às 12:41
 
Noticias agência soma Em tempos de crescente participação de evangélicos na política, em especial das correntes pentecostal e neopentecostal, o professor Saulo Baptista, da Universidade Estadual do Pará, falou aos alunos do curso de Teologia da Metodista de Minas, Instituto Izabela Hendrix, sobre "as estratégias e práticas das igrejas evangélicas que atuam na política nacional". Ao final da palestra, deixou uma lista de desafios e responsabilidades que afetam de maneira ainda mais especial aqueles que, além de cidadãos brasileiros, estão no Reino de Deus.

"Quero concluir com alguns desafios para todos nós, que atuamos nos campos da Teologia e das Ciências da Religião. Creio que essas propostas têm um peso maior de responsabilidade para quem, além de cidadão de um Estado qualquer, é cidadão do Reino de Deus", declarou o professor.

Dentre os desafios propostos aos cientistas da religião e teólogos, destacam-se:

- "Descobrirmos e enfrentarmos as articulações políticas e os comportamentos das lideranças religiosas, que quase sempre se lançam à conquista do poder político para reforçarem suas posições relativas dentro e fora das instituições, quando, ao contrário, deveriam zelar pela propagação da fé, formação ética de bons cidadãos e construção de uma nova sociedade";

- "Pesquisar e oferecer à sociedade brasileira um testemunho que ajude os fiéis a entenderem a riqueza de sentido e de produção simbólica que a fé cristã tem a oferecer, e o que há de manifestação da presença divina em outras tradições religiosas";

"Conscientizar a base das igrejas da força que discursos e símbolos religiosos carregam e como podem ser usados para o mal, se forem empregados para manipular fiéis como massas de manobra, ou como currais eleitorais";

"Chamar as lideranças religiosas para um diálogo franco, identificando quais dentre elas são pessoas de boa-vontade, dispostas a construir organizações religiosas, nas quais a fé se torne uma pedagogia madura e engajada na justiça e na verdade, um exercício de compreensão dos problemas para elevar o grau de consciência crítica da própria sociedade. Para isto acontecer, essas organizações deverão tornar-se laboratórios de autogoverno, comunidades de iguais, onde os líderes estarão ali para servir, ou seja, serão servos e servas, irmãos e irmãs, companheiros e companheiros, sem a existência de detentores privilegiados do saber e do poder".

Saulo é autor do livro "Pentecostais e neopentecostais na política brasileira: estudo sobre cultura, política, Estado e atores coletivos religiosos no Brasil", lançado, em Belo Horizonte, após a palestra, no dia 17 de agosto. Na obra, o professor aborda a questão do ponto de vista sociológico e analisa o envolvimento de políticos da "bancada evangélica" em escândalos de corrupção, como os do mensalão e das ambulâncias.

Leia aqui a íntegra da aula ministrada pelo professor Saulo Baptista


 
samuel rodryguez




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sexta-feira, 25 de junho de 2010


Eleições 2010
O Poder da Oração e Confiança na Palavra de Deus

De novo, outra vez, novamente... Quem apoiaremos, em quem votaremos? Cristãos preocupados em apoiar este ou aquele candidato, e o que não falta nessa época são "profecias", "determinações" , "palavras de fé"... se não nos mobilizarmos se não votarmos certos estaremos contribuindo para o fracasso politico de nosso país! De repente Igrejas que deveriam ser propagadoras da Palavra da Salvação, se embaraçam com os negocios desta vida e militam em prol do poder temporal. Posso estar enganado, até quero estar... mas porque que quase não escuto nesta época pregações e exortações dentro do que a Bíblia realmente ensina? Não escuto pregações em Romanos 10.31 onde é declarado que toda autoridade procede de Deus, ou primeira Timotheo 2.2-3, onde diz que devemos orar pode todos os que estão em posiçao de autoridade? 
Não estou dizendo que um Cristão não pode ser candidato politico, ou que não se deva votar nele, porém isso só não garante que haverá sucesso para este país, o Soberano Deus pode usar não Cristãos assim como usou Ciro... ou não confiamos mais no seu poder, vamos lhe dar uma maozinha...

Bom este país so mudará mesmo, se um dia a comunidade Cristã levar a sério a palavra de Deus, e ORAR< BUSCAR e Interceder a Deus por este Pais e seus governantes sejam eles quem forem do partido que forem independente da ideologia politica ou religiosa que tenham... se form já um cristão otimo fico feliz, se não o for isso não se impedimento para Deus ouvir nossas orações.... 
 
samuel rodryguez




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sábado, 19 de junho de 2010

Idolatria Gospel

Fiz um comentario ha algum tempo sobre a Idolatria que cerca o futebol e meu amigo "Voltaire Teologos" fez um comentario que me fez pensar: também exte a idolatria gospel em torno de "grandes" nomes da musica evangélica.. pensando nisso resolvi postar aqui o comentario so site "vivos" sobre este assunto: (www.vivos.com.br)

Qualquer cristão que tem o mínimo de conhecimento bíblico entende que Deus odeia a idolatria. Em 1 Coríntios 6:9 Deus alerta que os idólatras não herdarão o Reino dos céus. Em outra parte das escrituras lemos: “Não terás outros deuses diante de mim”. (Êxodo 20:3). Podemos ficar horas e horas citando trechos bíblicos acerca da mesma verdade: Deus quer estar em primeiro lugar de nossas vidas. Aqueles que querem ser verdadeiros adoradores deverão ter olhos para um só Deus. Isto é uma verdade inquestionável.

Também é verdade que a Igreja precisa ter modelos, precisa ter exemplos de vida com Deus, exemplos em todas as áreas de liderança, pastoral, nas artes, missões etc. A estas pessoas chamamos de referenciais. Paulo era um referencial de sua época: “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”. (Filipenses 3:17). Precisamos ter líderes que nos dirijam, que nos abençoem, que nos ajudem a chegar aos níveis já alcançados por eles, que nos dêem um norte em Deus.

Referenciais têm um enorme poder de influência sobre as pessoas como um todo. É por isso que quando algum destes referenciais cai em pecado, muitas pessoas caem em desilusão e os mais fracos tendem a abandonar a fé. Em geral, o povo é abalado quando um líder ou um referencial de grande influência comete falhas em público. E quanto maior a “bomba”, maior é o estrago. A Bíblia alerta: “Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado...” (2 Coríntios 6:3).

Um erro grandioso que a Igreja de hoje tem cometido e sofrido sérias conseqüências é o pecado da idolatria. E fazemos isso dando uma série de boas desculpas esfarrapadas. Por exemplo, quando quero idolatrar meu cantor gospel preferido, exaltando-o sobre as alturas, falo às pessoas que ele é um grande homem de Deus, um referencial para mim. Aí faço desta pessoa meu ídolo, tendo em casa um altar para ele, com todos os seus CDS e livros, com todos os seus artigos escritos, com uma foto autografada, uma camisa do fã-clube e outros apetrechos que farão parte do meu devocional a este ídolo. Assim a pessoa acaba se tornando um idólatra, tornado seu próprio irmão na fé num deus. Atenção: Adorar também significa “devotar a vida”.

Não há outras palavras para se dizer uma verdade dura que já está sendo ecoada no Brasil: a Igreja brasileira fez de seus referenciais grandes ídolos como o bezerro de ouro erguido pelo povo de Israel no deserto (Êxodo 32:4). Isto nós fizemos e por isso estamos pagando um preço tão caro. A Lei da Semeadura está valendo ainda hoje. A Igreja plantou idolatria, vai colher coisa ruim, maldição, destruição. Disto não duvidamos.

A Idolatria Evangélica Gospel Brasileira permitiu este show de horrores:

- Ídolos gospel que não “ministram” por menos de 15, 20, 30 mil reais.
- Ídolos gospel que decidiram por loucura própria fazer uma lista de exigências que nem Jesus, Paulo ou João fizeram quando exerciam seu ministério: hotéis 5 estrelas, frutas tropicais, água mineral de marcas específicas, dezenas de seguranças, carro blindado... e outras coisas que não vou pôr aqui pois não vão acreditar em mim.
- Ídolos gospel que são indiferentes e preconceituosos com certas cidades, regiões, raças, e condição espiritual. Por exemplo: tem gente que não “ministra” em certos lugares porque há muita frieza espiritual, eles só querem “ministrar” em lugares que já estão “avivados”.
- Ídolos gospel que se isolam da liderança espiritual de sua igreja para não precisar responder a ninguém sobre seus trambiques e pecados. Aparentemente chegaram num nível tão alto que não precisam mais de pastor e de igreja para acompanhá-los, agora podem caminhar sozinhos. Por isso temos visto tanto insubmissão e rebeldia em “ministério grande”.

Quem é o responsável por este show de horrores? Quem é o culpado? Penso que o culpado somos todos nós que fazemos parte da igreja pois temos alimentado nossos ídolos. Damos a eles o que eles pedem, e é por isso que as exigências aumentam a cada dia. Enquanto pagamos 25 mil reais pra um irmão cantar num evento, deixamos missionários morrerem de fome aqui no Brasil e lá fora. E ainda dizemos: se o missionário passa fome é porque está em desobediência. Quanta hipocrisia!

A coisa está tão feia que ninguém pode denunciar os pecados da igreja. Se alguém se levanta contra essa pouca vergonha dos absurdos cachês e exigências, dos pecados escondidos, da rebeldia contra os pastores, da idolatria escrachada, da tietagem é rapidamente apedrejado pelos idólatras daquele determinado “deus gospel”. É igualzinho no Velho Testamento: “não desrespeite o meu deus que eu não desrespeito o seu”.

Meus irmãos não me entendam mal. Não me interpretem mal. Estou aqui tecendo pesadas críticas contra a idolatria. Estou denunciando o pecado, não o pecador! É disso que tenho nojo, e é contra este terrível pecado que temos que lutar. Se a Igreja não acordar colherá frutos tenebrosos. Se sabemos da existência de um Deus verdadeiro, se conhecemos o seu amor, e o trocamos deliberadamente por outros deuses, vamos pagar caro por isso. Aliás, já estamos pagando caro por isso!

Deixe-me fazer algumas perguntas que atualmente tem feito meu coração doer: - Quanto Jesus cobrou para exercer seu ministério e morrer na cruz por nós? Qual foi o cachê que Paulo cobrou para ser aprisionado junto com Silas nas piores prisões da época? Quais foram as exigências de nossos irmãos que morreram recentemente na China por não negarem o Evangelho? Quanta glória Jesus quis tomar para si quanto o chamaram de bom mestre? Quantas viagens Paulo negou por não atenderem suas exigências?

Precisamos urgentemente de referenciais que apontem para Deus. Precisamos de mártires. Precisamos de humildade, simplicidade e pureza de espírito. Precisamos nos arrepender. Precisamos saber que “...o viver é Cristo, e o morrer é lucro”. (Filipenses 1:21)

Quanto aos ídolos de ouro que levantamos... não precisamos deles!

"Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes". (Gênesis 35:2)

Um abração em Cristo Jesus

Ramon Tessmann
http://www ramontessmann.com.br

A verdade bíblica sobre as festas juninas

As festas juninas estão por toda a parte na cidade e estendem até mesmo pelo mês de julho. Mas por que os evangélicos não participam dessa festa? De onde vem essa tradição que ganhou força no Brasil?
A tradição de celebrar o mês de junho é bem antiga. Há mais de dois mil anos, os povos antigos da Europa já festejavam, no mês de junho, o início das colheitas. Fogueiras, danças e muita comida sempre fizeram parte destes rituais pagãos.
No Brasil, a data é celebrada desde 1583. O costume foi trazido pelos portugueses e espanhóis, ainda como uma forma de agradecer pelas colheitas, mas também como uma maneira de homenagear os santos do mês de junho. A comemoração da safra acontecia com cantos, danças, fogos e comidas, integrando a religiosidade e a festividade, a devoção e a distração. Aos poucos, outros elementos foram sendo introduzidos nas festas juninas. A quadrilha, por exemplo, chegou ao Brasil no século 19, trazida pela corte portuguesa.
Hoje, os festejos juninos acontecem em todo o país, com forró, arraiais, fogueiras, fogos, quadrilhas e comidas típicas. Na região Nordeste do Brasil essa festa é muito mais arraigada se comparada às de Brasília, por exemplo.
As festas juninas mais famosas do Brasil acontecem em Caruaru, Pernambuco; Campina Grande, na Paraíba; Mossoró, no Rio Grande do Norte; Juazeiro do Norte, no Ceará; e em Cametá, no Pará. A festa de Caruaru está registrada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.
Conheça os santos festejados
Os santos comemorados durante o mês de junho são:
Santo Antônio, celebrado no dia 13;
São João, no dia 24;
São Pedro, no dia 29.
Entenda os símbolos da festa junina
A roupa – Sempre muito coloridas, imitam os caipiras que são os matutos que vivem na roça.
Arraial – Também chamado na linguagem matuta de arraiá, é um largo espaço ao ar livre, cercado ou não e onde barracas, ddecorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro.
Fogueira - A fogueira simboliza a proteção dos maus espíritos, que atrapalhavam a prosperidade das plantações. A festa realizada em volta da fogueira é para agradecer pelas fartas colheitas. Além disso, como a festa é realizada num mês frio, serve para aquecer. Cada santo tem uma fogueira, sendo a quadrada de santo Antonio, a redonda de São João e a triangular de São Pedro. A fogueira ainda possui outro significado. Para os cristãos, a fogueira está relacionada ao nascimento de São João Batista. Contam os católicos que Santa Isabel acendeu uma fogueira para avisar à Maria, mãe de Jesus, do nascimento de seu filho, João Batista, no dia 24 de junho. Para os pagãos, a fogueira espanta os maus espíritos.
Balões e fogos de artifício - Segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Também é comum as crianças soltarem bombas como buscapé e espada de fogo.
Mastro de São João - É erguido durante para celebrar os três santos ligados aos festejos. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas três bandeirinhas simbolizando os santos.
A quadrilha - Tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille". Veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX porque, por aqui, interessava tudo que fosse a última moda de Paris.
Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções. Aqui ganhou areas rurais. Por isso os participantes da quadrilha vestem-se de matuto ou à caipira. Dançam em pares. Tem ainda a figura do noivo e da noiva, já que a quadrilha encena um casamento fictício.
O casamento caipira - Faz uma sátira aos casamentos tradicionais, além de banalizar o sentido do mesmo. A noiva está grávida e o pai dela obriga o rapaz a se casar. Na apresentação do casamento, na roça, o noivo aparece bêbado, tentando fugir do altar por várias vezes, sendo capturado pelo pai da noiva que lhe aponta uma espingarda. Este conta com o apoio do delegado da cidade e do padre para que o casamento seja realizado. Após a cerimônia, os noivos puxam a quadrilha.
Músicas – No Brasil a festa ganhou ritmos bem nacionais como o forró, baião, xote, samba-de-coco e as cantigas.
Simpatias – As pessoas que participam podem fazer simpatias e promessas para os santos. As promessas para se casar são as mais frequentes, uma vez que o santo casamenteiro é celebrado na festa.
Uma simpatias muito comum é: moças solteiras que querem casar colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo.
No dia 13 de junho, é comum ir à igreja para receber o pãozinho de Santo Antônio, que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que esses não faltem jamais.
A lavagem dos santos - É o momento em que as suas bandeiras são mergulhadas em água, para trazer purificação. As bandeirolas representam as bandeiras dos santos, levando purificação a todo o local da festa.
O pau de sebo - É uma brincadeira com o objetivo de se ganhar uma quantia em dinheiro, que está afixada em seu topo. As pessoas têm que subir no mastro, lambuzado de gordura. Muitas vezes, os participantes vão subindo nos ombros uns dos outros, até conseguirem pegar o prêmio, que acaba servindo para pagar parte de suas despesas na festa.
A pesquisa sobre os símbolos da festa junina foram realizadas nos sites:
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/festa-junina.htm
http://pessoas.hsw.uol.com.br/festas-juninas4.htm
As festas juninas e a igreja
Os evangélicos não concordam e não participam das festas juninas porque, na verdade, essa é uma celebração a santos. As comidas e as danças, longe de ser apenas uma diversão, são oferecidas a eles.
A festa junina não é cultural, puramente falando. Mas é religiosa, associada ao culto de santos, como os acima citados. Onde um crente protestante poderia coadunar com isso? Ir a uma paróquia participar é meio contraditório. Se for assim, os evangélicos poderiam participar de todo ritual religioso professado no Brasil como ritos de umbanda e candomblé, orientais e outros que também oferecem a deuses e guias comidas e festas. É claro que nenhum evangélico participaria dessa festa com a intenção de praticar a idolatria. Mas tal procedimento, por si só, é condenado pela Bíblia.
A Bíblia é muito clara em relação à idolatria e à exortação a não cultuarmos outros deuses. Para saber mais sobre esses assuntos, leia 1 Sm. 15: 23; At. 17:16; 1 Co. 01:14; e Gl. 5:20. Sobre comida sacrificada aos ídolos, leia At. 15:20; Rm. 14:15-21; 1 Co. 8;10:25-33.
Depoimentos dos pastores
Os evangélicos devem participar das festas juninas?
"A festa junina não é cultural, puramente falando, mas, sim, da cultura religiosa, e da religião cristã católica, associada ao culto de santos, como santo Antônio e outros. Onde um crente protestante poderia coadunar com isso? Quer pamonha, curau, milho verde, cachorro quente? Faz em casa e reúne os amigos. Mas ir a uma paróquia participar é meio contraditório. Se for assim, vamos participar de todo ritual religioso professado no Brasil como ritos de umbanda e candomblé, orientais e outros que também oferecem a deuses e guias comidas e festas."
Pr. Ricardo Espindola, vice-presidente da Igreja Batista Central de Brasília
"As festas juninas, aparentemente inofensivas, enquadram-se na mesma categoria das outras festas pagãs. A festa junina tem sido uma grande arma na mão do maligno e, por meio dessa arma, tem conseguido atingir milhares de famílias "cristãs". Aproveito a oportunidade e faço um apelo aos pais, para que evitem que os filhos participarem dessas comemorações promovidas pelos colégios, associações ou outras entidades. Já basta de tantos enganos. Fechemos as portas para essa demônio que sutilmente tem achado brecha nas nossas vidas. A Bíblia diz: "portanto, quer comais ou bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1 Cor. 10:31). Tudo que fazemos deve glorificar o nome do Senhor. As festas juninas e suas comidas dedicadas ao santo, não glorificam o nome do Senhor. …"Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais (1 Cor. 10:28). A Bíblia ainda diz, em Provérbios 27:20: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem". Também sabemos que "um abismo chama outro abismo", como narra o Salmos 42:7."
Pr. Édio Valença
"A Igreja cristã, a partir do primeiro século, permitiu a miscigenação da cultura pagã com o cristianismo puramente apostólico. O que foi tão durante defendido pela comunidade cristã primitiva logo se perdeu, e a Igreja tornou-se permissiva com as práticas pagãs trazidas pelos novos convertidos gentílicos, que não abandonaram totalmente os hábitos antigos, até que foram oficializadas pelo Império Romano, passando a fazer parte da cultura cristã, recebendo estas festas novos nomes, e assimiladas posteriormente como se fossem puramente cristãs. Com o advento da Reforma Protestante, buscou-se purificar a Igreja dessas e de outras práticas não recepcionadas pelos primeiros cristãos. Entretanto, a Igreja Evangélica, outrora defensora ferrenha da não-contaminação com ídolos e que nunca acolheu costumes reprovados pela Bíblia, foi lentamente infiltrada com o sentimento de banalidade, ao entendimento de que não se está fazendo nada de errado ao participar de uma festa que tem como fundo um culto religioso. Para preservar a liberdade que cada crente deve ter para reger sua vida à luz dos princípios da Bíblia, mas com vistas também a preservar a autoridade da Igreja, que tradicionalmente rejeita os movimentos sincréticos entre seus membros, já que, na melhor das hipóteses, é um culto a um santo (já ignorando a origem pagã da festa), poderia resumir dizendo, como o texto bíblico, "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas (I Co. 6:12)."
 
 
Pra. Noêmia Paim
Fonte: IBCB


 





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quinta-feira, 17 de junho de 2010

 
POnto de Vista
Copa, Futebol e Idolatria
 
Como todos ou a maioria também gosto de esportes, é gostoso de ver de torcer, de gritar, enfim a emoção da vitória do time do coração é algo realmente prazeroso. Mas o que é um time? um icone que sem motivo algum une as pessoas em volta, jogadores entram e saem, mas o Time continua lá. Bandeiras, hinos, figuras simbolas, não sou Psicologo mas talves Jung explique alguma coisa. Estes dias fico um pouco incomodado, quando vejo, glórias são devotadas a esses Times, quantas loucuras são feitas em seu nome, quanto suor, choro, pulsação... em resumo uma verdadeira adoração, de uns tempos para cá tenho me recusado como pessoa a cantar qualquer outro hino que não seja um hino de louvor a Deus, a dar glória a qualquer outra coisa que não seja Deus.
Penso que as as vezes esses times são herdeiros das tradições pagãs antigas, quando os povos faziam guerra em nome dos seus deuses, seus deuses disputavam entre si, no politeismo pagão, os deuses viviam se degladiando, e os seus adoradores viviam cada qual a exaltar a glória do seu deus em particular. Sei que você que esta lendo deve estar até me achando um louco, radical... quem sabe um xiita da fé cristã, mas a verdade bíblica é que Deus não divide a sua glória com mais ninguem, nem com a seleção brasileira! outra verdade é que Cristo não está dividido então não me convence esta história de que times rivais ambos com jogadores cristãos, terão sua vitória determinada pela fé deste ou daquele atleta. Mas meu radicalismo não é tanto assim sei que Deus tem um compromisso com a salvação e que sendo assim tem usado e levantado atletas cristãos que levam o nome de Cristo por onde vão, como tudo na vida é necessário ter equilibrio, mas a glória esta será so de Deus e Ele não a dividirá com ninguem. Não é novidade que muitos mudam até os seus horários ordinários de adoração para assistir um jogo e torcer? Conheci uma determinada Igreja que em datas como essas não haveria culto...mas é melhor parar por aqui...uma vez que todos que leem já sabem onde quero chegar...
 
rodryguez





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Questões Loucas!

"Não ir alem do que está escrito" I Corintios 4.6... De uns tempos para cá tenho notado nas pregações dos púlpitos...