Programa Adoradores sem Limites

sábado, 24 de maio de 2014

HAJA LUZ

 

Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. João 3.20

 

Podridão, pecado, destruição…as vezes penso mesmo que existe uma tal “conspiração” para ser acabar de vez com a chamada moral judaico-cristã. Alias tal “conspiração” sempre existiu desde que Abel ofereceu um sacrifício excelente. A luz é uma coisa que incomoda, porque a parte de qualquer coisa a luz tem capacidade de revelar aquilo que antes nas trevas estava oculto, sendo assim quem está em trevas não gosta da luz, porque não quer que suas obras sejam manifesta.

Na minha excursão pelo mundo, digo excursão porque fui criado em uma família tradicionalmente evangélica ( Bisavós, avós, pais) percebia o quanto que a luz incomodava e percebi também que está em trevas, para reafirmar sua posição sempre precisará de outros que nas mesmas trevas estejam, assim é comum no mesmo grupo caso você precise, consiga até dinheiro para se drogar, beber se prostituir…mas no mesmo grupo dificilmente você conseguira dinheiro para comprar um pão ou leite…

O mundo está em trevas, e nós estamos na contramão, anunciando a Luz, e procurando de todas as formas trazer pessoas à essa Luz. Mas para que sejamos cristãos autênticos é necessário que andemos também na Luz (I JO 1.7 ) Andar na Luz é ver o caminho onde andamos, considerar os perigos, ter visão correta. Andar na Luz é trazer as verdades do Evangelho a este mundo que anda em trevas.

Mas a Luz não seduz, não coage, nem ludibria. Assim que se chega para a Luz, enxerga com clareza seus próprios erros, pecados e defeitos, assim a Luz confronta porém esse confronta pode gerar a purificação. As trevas por sua vez, seduzem, coagem , enganam e por final escravizam. Mas infelizmente há aqueles que mesmo assim amam as trevas, e preferem a cegueira da escuridão do que a libertação pela Luz chamada Cristo.

O mundo tem tentado apagar a luz, os programas televisivos, os filmes, até mesmo boa parte da programação infantil, as musicas são corrompidas com sua linguagens obscenas e libidinosas. Alguns podem me julgar radical, pentecostal…até porque pentecostal no dizer pratico de muitos  tem sido sinônimo de radicalismo, exagero e coisas assim. Mas podem me considerar em qualquer uma desses termos, sei bem quem sou, e no meu zelo tenho temor quando vendo a minha televisão e assistindo alguns programas identifico as trevas anunciadas, tenho temor porque sei que Luz habita em minha casa e também porque sei que Luz e trevas não se misturam.

A luz, tem sido trocada aos poucos pela meia sombra das trevas, E na inversão de valores as trevas tem muitas vezes estado onde só deveria haver luz, lares cristãos, igrejas, famílias cristãs.

Ouvi uma comparação muito interessante de um pastor certa feita, ele me disse que os demônios são seres das trevas, agem nas trevas e moram nas trevas. E comparou a vida humana como uma casa com vários quartos,dizia ele: “No quarto da sua casa, onde não há luz, é uma morada de demônios”. Ou seja muitos cristãos estão vivendo com áreas de trevas em suas vidas, e nessas áreas tenebrosas demônios tem criado situações de laço e escravidão. Assim casamentos são desfeitos, doenças malignas tem tomado conta de corpos que deveriam ser morada exclusiva do Espirito Santo, famílias cristãs tem sido assoladas pelas drogas, moças cristãs tem perdido sua virgindade fora do vinculo do casamento, perturbações psicológicas e doenças psicossomáticas tem insistido em permanecer junto ao povo de Deus.

Precisamos voltar ao inicio, e ouvir uma voz poderosa dizendo: HAJA LUZ!”

Precisamos voltar ao inicio da nossa conversão e entender que fomos chamados das trevas para a maravilhosa Luz  ( I PE 2.9 )

Precisamos voltar ao inicio e reafirmar nossa posição de separação das trevas.

 

E viu Deus que a luz era boa…

 

Rodryguez e Carvalho

sábado, 17 de maio de 2014

Nem só de Pão Vive o Homem

 

Paciência, fé e esperança, são virtudes essenciais para quem esta seguindo a Cristo. Vivemos a sociedade dos resultados imediatos, aliás vivemos a crise dos resultados imediatos, e nesta crise aquilo que não acontece hoje, choca, incomoda, e faz com que muitos procurem de todas as formas “fazer acontecer”

Um número muito expressivo das multidões procuram a Cristo apenas pela comida, pelo pães e pelos peixes. Mas não suportaram a dureza do seu discurso quando lhes falava sobre uma mudança radical de vida e visão de mundo ( João Cap. 6)

Quem busca resultados imediatos não suporta a verdadeira proposta do evangelho, identificam do discurso com duro e sem resultado e o invés de Cristo procuram os  “Moises” da Fé com o Pão que perece!

O evangelho está poluído! O ano passado no interior da Bahia ouvi de uma jovem universitária que ela estava cansada de técnicas de neolinguística e palavra de auto-ajuda ao invés da pregação da Palavra.

Quem não procura um sinal o encontra e quem o procura nenhum sinal é dado a não ser o do Profeta Jonas, e esse sinal só é encontrado na mensagem Enigmática, sobre a vida, morte , ressureição e obra de nosso Senhor Jesus.

O que será dessa multidão que lota as Igrejas, ensinadas a procurarem a todo o custo as coisas terrenas e imediatas? O que será delas quando confrontadas forem com um Jesus que além dos milagres exige uma mudança, um negar a si mesmo, e um seguir fielmente as suas pisadas?

Um mistério diante de nós, de servimos as almas humanas suprindo suas necessidades sociais, mas nunca esquecendo da necessidade maior que é anunciar a salvação. Tampouco pode haver apenas um sistema de trocas, onde nós oferecemos o pão com a condição de que a pessoa marque presença em nossos cultos, isso é leviano e mal, leviano porque a salvação não pode ser comprada e nem negociada com nada que não seja o sangue de Cristo e mal porque gera no ser humano um sentimento de domínio sobre o outro.

Por fim nós cristãos para as demandas do dia a dia devemos saber que o imediatismo não existe, o que existe é um Deus de tempo, plano e proposito. Assim outro mistério nos assiste o de anunciarmos o Evangelho que tem repercussões nesse mundo em que vivemos, mas ao mesmo tempo aponta para um reino que não é deste mundo.

As multidões estão diante de nós assim como estiveram diante dos apóstolos. A ordem de Cristo ainda é a mesma: Jesus replicou-lhes: Dai-lhes vós mesmos de comer. ( Luc. 9.13)

A responsabilidade está sobre os nossos ombros. que seja no contexto social ou no contexto espiritual.

 

Rodryguez & Carvalho

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Jejum fome de Deus.

 

Estes dias ouvi um certo pastor dizendo que Jejua muito…após o almoço, mai sou menos das 14h as 19h… outro me disse que jejua a noite das 19h as 6h da manha ( enquanto dorme ) e outro ainda me disse que Jejum é bom que ajuda a emagrecer…

O pior argumento que ouvi foi de um pastor Neopentecostal que disse que Jejum é para se obeter comunhão com Deus e como ele já tem essa comunhão e a mentém ele não precisa jejuar! Isso Mesmo ele não Jejua nunca!

Mas talves o pior mesmo seja aqueles que adoram tocar a trombeta e dizer aos quatro vento que estão consagrados por estão jejuando, ouvi um dia desses uma pessoa que orando por outra dizia que a enfermidade tinha que sair porque ela jejuava, ela se preparava, ela … enfim com tanto eu não sobra lugar para Deus.

MAs existe vida inteligente no mundo Cristão! E pesquisando aqui e ali me deparei com este artigo de REv. Hernandes Dias Lopes, que tenho o prazer de transcrever.

Rodryguez & Carvalho

Jejum fome de Deus.

O jejum é uma prática milenar, porém em desuso na igreja cristã contemporânea. O jejum está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, Jesus e muitos homens de Deus ao longo da história experimentaram os benefícios espirituais por intermédio do jejum.

Os santos de Deus em todos os tempos e em todos os lugares não somente creram no jejum, como também o praticaram. Hoje, porém, são poucos os crentes que jejuam com regularidade e ainda há muitas dúvidas acerca da sua necessidade e de seu funcionamento.

O que é jejum? É a abstenção de alimento por um período definido para um propósito definido. O jejum não é apenas abstinência de alimento. Não é um regime para emagrecer. Ele deve ter propósitos espirituais claros. Jejum é fome de Deus, é saudade do céu.

A Bíblia diz que comemos e bebemos para a glória de Deus e também jejuamos para a glória de Deus (1Co 10.31). Se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar? Quando jejuamos nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu; mas quando jejuamos não nos alimentamos do símbolo, mas da essência, ou seja, nos alimentamos do próprio Pão do céu. Jejuar é amar a realidade acima do emblema. O alimento é bom, mas Deus é melhor (Mt 4.4; Jo 4.32.)

A comunhão com Deus deve ser a nossa mais urgente e apetitosa refeição. Nós glorificamos a Deus quando o preferimos acima dos seus dons.

O maior obstáculo para o jejum não são as coisas más, mas as coisas boas. Nem sempre nos afastamos de Deus por coisas pecaminosas em si mesmas. Os mais mortíferos apetites não são pelos venenos do mal, mas pelos simples prazeres da terra, os deleites da vida (Lc 8.14; Mc 4.19). "Os prazeres desta vida" e "os desejos por outras coisas" não são um mal em si mesmos. Não são vícios. São dons de Deus

. No entanto, todas elas podem tornar-se substitutos mortíferos do próprio Deus em nossa vida. Jesus disse que antes de sua volta as pessoas estarão vivendo desatentas como a geração que pereceu no dilúvio. E o que elas estavam fazendo? Comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento (Mt 24.37-39). Que mal há em comer e beber, casar e dar-se em casamento? Nenhum! Mas, quando nos deleitamos nas coisas boas e substituímos Deus pelas dádivas de Deus estamos em grande perigo.

O jejum não é fome de coisas boas; o jejum é fome de Deus. O jejum não é fome de coisas que Deus dá; o jejum é fome do Deus doador. Nossa geração corre atrás das bênçãos de Deus em vez de buscar o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que a bênção.

O propósito do jejum não é obter o favor de Deus ou mudar a sua vontade (Is 58.1-12). Tampouco impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mc 6.16-18). Nem é para proclamar a nossa própria espiritualidade diante dos homens. Jejum significa amor a Deus. Jejuar para ser admirado pelos homens é ter uma motivação errada.

Jejum é fome do próprio Deus e não por aplausos humanos (Lc 18.12). É para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10.1-12), para suplicarmos a sua ajuda (2Cr 20.3; Ed 4.16) e para voltarmo-nos para Deus com todo o nosso coração (Jl 2.12,13). É para reconhecermos a nossa total dependência divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com poder divino, em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29).

É tempo da igreja jejuar! É tempo da igreja voltar-se para Deus de todo o seu coração, com jejuns e com pranto. É tempo de buscar um reavivamento verdadeiro que traga fome de Deus em nossas entranhas, que traga anseio por um profundo despertamento da realidade de Deus em nossa igreja, em nossa cidade, em nossa nação!

De: 19/01/2013
Por: Rev. Hernandes Dias Lopes

Fonte: http://www.pregacaoexpositiva.com.br/

sábado, 3 de maio de 2014

A escolha errada de Ló

 

Quem não cresce o olho o assim dizer diante de uma grande oportunidade? É certo que até oramos, até buscamos uma resposta de Deus para nossas vidas, e sempre que nos vemos diante de uma “grande porta aberta”, logo de imediato relacionamos isso a uma resposta imediata de Deus para nossa vida.

Dizemos ser seguidores, servos, cristãos, etc. Mas com olhos carnais só temos olhos para aquilo que é aparentemente proveitoso e potencialmente promissor, afinal baseados numa espécie de “desteologia” vamos relacionando a benção de Deus sempre com respostas imediatas, previsíveis e prosperas do ponto de vista meramente humano. Aqui mora um perigo desta “des teologia” falamos em Deus mas buscamos coisas meramente humanas e como tal estamos muitas vezes fadados ao fracasso.

Um certo dia ouve uma contenda entre os pastores de Ló e os pastores do seu tio Abraão, uma contenda que chegou a ameaçar a relação familiar de Abraão com Ló. ( Gen. 13:6-8) – Abraão como homem de Deus que era não era dados a contendas ( II TIM 2.24) e propõe para Ló que este escolha uma terra para si, onde possa ir peregrinar e levar em paz os seus rebanho  ( Gen. 13.9)

Abraão como detentor das promessas, tio de Ló, profeta e patriarca, mas não fez. Homens de Deus não confiam em títulos e posições, homens de Deus confiam em Deus e foi isso, exatamente misso que Abraão o fez.

Ló por sua vez cresceu os seus olhos para as campinas do Jordão, terra fértil, bem regada, comparada com o Jardim do Senhor ( Gen. 13.10) em especial para as cidades de Sodoma e Gomorra. Abraão por sua vez continuo suas peregrinações indo sempre para os lugares que Deus o ordenava.

Aparentemente Ló fez a escolha certa! Prosperou.. agora vemos de relance na historia bíblica e percebemos que Ló se assentava na porta da cidade, junto com os juízes, anciãos e outras pessoas que decidiam o futuro de Sodoma. Que pena para Ló, o resto da historia você já conhece, por causa do pecado as cidades de Sodoma, Gomorra e outras cidades vizinhas sofreram o juízo destruidor da parte de Deus, e Ló escapou com suas filhas mas nada pode levar!

A melhor escolha que podemos fazer é estar ao lado de Deus, Ló deixou a benção da companhia de Abraão para viver junto com repugnância de Sodoma.

Nem tudo o que reluz é ouro, diz o adagio popular. Nem tudo o que aparência de benção é benção, lembremos que a benção de Deus enriquece, porém não acrescenta dores! Pv 10.22

O verdadeiro caminho da benção está justamente em se colocar no lugar da benção e não em sair dele, pense nisso.

Rodryguez & Carvalho