Programa Adoradores sem Limites

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O paganismo da Pascoa

"Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.". [Josué 24:15].

 

 

A pascoa biblica, originalmente foi celebrada pelo povo de Israel, quando este saiu do egito, cheia de significados e tipologia, esta pascoa apontava para Cristo, nosso cordeiro pascoal, que foi morto em nosso lugar sendo ele nossa passagem para uma vida nova. Por insistencia do imperador (exigencia!!!) Constantino o concilio de Nicéia fixou uma data para celebração da Pascoa Cristã diferente da data da pascoa Judaica, pois no dizer de Constantino: "uma obrigação cristã não ter nada em comum com os assassinos do Nosso Senhor", claro que esta mudança de data e esta afirmação tinha muito mais a haver com o forte anti-semitismo do império romano e sua forte assiciação ainda ao paganismo do que uma preocupação com a doutrina cristã, desta forma o cristianismo foi cada vez mais se afastando das suas origens hebraicas e sofrendo um processo lento e gradual de paganização.

Uma sociedade cristã de fato deveria ao longo dos anos ter mudado a sociedade a sua volta ou pelo menos preservado dentro da comunidade valores e simbologias biblicas, mas infelizmente não foi isso o que aconteceu. Sei que alguém por ai vai se levantar e me chamar novamente de religioso, dizer que isto não tem nada a haver etc, fico com a doutrina biblica, fico com os exemplos biblicos de israel que por se paganizar e se misturar foi espalhado entre todas as nações, sei que tenho um Deus zeloso, que o Espirito Santo arde em zelo por mim, e que nem ainda os nomes de outros deuses devem estar nos meus lábios, então não será a minha vida usada como continuadora de rituais pagãos, sencretizados em cristãos, em qualquer uma de suas formas.

O paganismo está sobretudo patente nas origens de dois símbolos,  reconhecidos como símbolos pascais: o ovo e o coelho. Os ovos têm por excelência origens pagãs: são emblemas da imortalidade, encontrados nos sepulcros pré-históricos da Rússia e da Suécia.

Para os egípcios, o deus Re nasceu de um ovo; para os hindus, Brahma surgiu de um ovo de ouro – Hiranyagarbha – e que depois, com a casca, fez o Universo. Para os chineses, P'an Ku, nasceu de um ovo cósmico. O ovo era, na realidade, considerado por diversos pagãos, como a génese da vida humana.

Já o coelho (ou a lebre), também um símbolo da Páscoa, é um “animal impuro”. Contudo, a Bíblia repugna esse animal (Deuteronômio 14:7; Levítico 11:6), o que levanta ainda mais reservas quanto à aceitação deste símbolo pascal.

Alguns povos da Antiguidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua; é possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao facto da Lua determinar a data da Páscoa. Por ocasião das festas de Astarote ( Eastre, Isthar) os sacerdotes sacrifcavam uma lebre e através da pratica da advinhação diziam ler a sorte em suas etranhas.

A unica celebração da pascoa biblica é a hebraica, com o cordeiro como simbolo maximo tanto para judeu como para cristãos.

 

Rodryguez e Carvalho

Um comentário:

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