Programa Adoradores sem Limites

sábado, 25 de setembro de 2010

A Parábola do administrador infiel

 

                                                                                  Introdução:

Realmente a Bíblia tem passagens muito dificeis de se entender, creio que um dos motivos para tanto é justamente a distância história linear que estamos dos relatos por ela mencionados, mais de três mil anos, assim como nossa distância geografica, ( nós latinos estamos do outro lado do planeta!) e corrermos o risco sempre de interpretar os valores daquela época pela nossa relação de valores atuais, um claro caso de  ¹anacronismo. Lembro que uma vez fui questionado por um Pastor até forma agressiva, me pergunta se agora era necessário saber grego e hebraico, para se entender a bíblia ou para ser salvo – claro que não eu respondi, até porque a salvação e o convencimento são obras do Espírito Santo, e isto claro cabe a Ele, porém independente cabe a nós manejar bem Palavra da Verdade, como esta escrito em II Tim 2.15, e acho salutar usarmos de ferramentas ²hermeneuticas para melhor entendermos o Texto Sagrado

Com relação a Parabola do Administrador Infiel, percebi que o texto creio que impriamente interpretado oscila entre dois polos:

  1. Devemos fazer alianças mesmo com imios criando nossa “network”, pois alguma hora podemos precisar ?
  2. Podemos usar dinheiro de origem duvidosa, se isto for em prol do reino de Deus ?

De fato aprece que estamos diante de um problema moral muito sério, vejamos o que conseguimos descobrir com uma análise um pouco mais acurada, porém simples:

Regras de Hermeneutica.

A principal regra da hermeneutica diz que,   “A Bíblia interpreta a própria Bíblia”, ou seja a palavra de deus tem uma coerencia praticamante matematica nos seus ensinos. Nesta coerência existe um padrão doutrinario, com relação ao suborno e formas de lucratividade ilicita e sua relações com o oferta a Bíblia registra o seguinte:

 

  1. Também suborno não  tomarás; porque o suborno cega os que  têm  vista, e perverte as palavras dos justos. (Ex. 23:8)
  2. Não  torcerás o  juízo, não  farás acepção de pessoas, nem  receberás peitas;  porquanto  a  peita  cega  os  olhos  dos  sábios,  e perverte  as  palavras dos justos. (Dt. 16:19)
  3. Maldito aquele que aceitar  suborno para ferir uma pessoa  inocente. E todo o povo dirá: Amém. (Dt. 27:25)
  4. Não trarás o salário da prostituta nem preço de um sodomita à casa do SENHOR teu Deus por qualquer voto; porque ambos são igualmente abominação ao SENHOR teu Deus. Deut. 23.18

Para não cometer anacronismo, vamos ao contexto historico, e procurar compreender a mentalidade da época, o ambiente conhecido de onde Jesus sempre retirava os seus ensinos:

Questões histórico-sociais 
  No Império Romano vigorava  o sistema escravista, com algumas características como  a concentração fundiária nas mãos de alguns poucos
senhores geralmente políticos, a urbanização e a produção mercantil, aspectos estes presentes também no contexto de Lc 16. Como parte intrínseca da lógica daquele sistema, “o trabalho escravo provia a mão-de-obra permanente, no campo e na cidade, e o trabalho livre servia de complemento ocasional” . A escravidão era uma instituição jurídico-legal, que garantia que as pessoas escravas fossem adquiridas através de diversas maneiras: como prisioneiras de guerra mantidas no poder de soldados veteranos que ganhavam terras do Estado
ou vendidas no mercado público; através de nascimento; como penhor de dívidas...   Eram trazidas  de todos os povos e culturas, arregimentadas entre todos os extratos sociais, eram portadoras de conhecimentos em todas as áreas, perdedoras de terras e propriedades por elas antes administradas ... Por isto, não é de se estranhar que muitas destas pessoas escravas eram destacadas para a administração de propriedades, agora sob o jugo da escravidão. Penso ser este também o caso em Lc 16,1-8. Neste contexto escravista, o latifúndio constituía a maior expressão de poder e riqueza da classe dominante, sendo ele também a  principal fonte de riquezas acumulativas e expansivas  especialmente  através do trabalho escravo. O latifundiário era geralmente também o grande comerciante (empório) e o mesmo que, vivendo na cidade, assumia cargos políticos. Para assim poder viver, o homem rico precisa de alguém para administrar seus bens. A existência de  administradores  (oikónomos/epítropos), entre eles a maioria escrava, era muito difundida na Antigüidade.Nos escritos de Platão e Aristóteles,  que refletem sobre relações econômicas  que perduram durante séculos, transparece a dificuldade de um senhor coadunar o trabalho  de administrar suas propriedades e dedicar-se à arte da filosofia e à vida na cidade. Por isso, quem tivesse entre seus escravos alguém instruído e sábio, poderia nomeá-lo administrador encarregado de cuidar de tudo e aumentar o capital de seu senhor. Trata-se de um cargo de confiança que garante uma melhor posição para o escravo, e até ganho de  pecúlio para adquirir sua libertação futura.O escravo administrador (oikónomos) distingue-se do escravo trabalhador  (ergátes) através do caráter de seu trabalho  intelectual, e não corporal, exercendo sobre as demais pessoas escravas, diaristas e arrendatárias uma função de liderança e autoridade. Para a escolha de seus administradores, o senhor observa também aspectos psicológicos do escravo, que o revelem como
alguém com forte libido econômica. Ao senhor cabe a tarefa de controlar e supervisionar o trabalho de seu administrador escravo para garantir seus lucros e também para coibir a auto-promoção do mesmo através de atos de corrupção. O escritor romano Varro, do século I, n um tratado sobre  a  agricultura,  descreve também como os senhores devem cuidar de seus latifúndios através da administração delegada a algum escravo capaz e instruído. O mesmo poderia atuar como administrador e capataz, que supervisiona também  o trabalho de outros escravos e pessoas trabalhadoras diaristas. Ele recomenda aos senhores que estes escravos administradores devem ser mais idosos e experientes, devem
receber alguns privilégios na distribuição de comida, alguma propriedade e parceiras e scravas com quem possam ter crianças, pois assim tornam-se mais estáveis e ligados ao lugar. Este escrito enfatiza a preocupação que se tinha com os proprietários, homens abastados que viviam nas cidades, cujas propriedades eram administradas por escravos  intendentes, que eram treinados para este trabalho, visto que a pessoa escrava comum “não se importava com o sucesso ou os lucros da fazenda”. Com estas providências, portanto, esperava-se maior
dedicação e fidelidade de um escravo administrador.  A necessidade e a existência de ecônomos/administradores, portanto, é
comum na realidade socioeconômica e jurídica do século I. E isto vale tanto para o contexto greco-romano quanto judaico. Para entender Lc 16,1-8 é preciso adentrar ainda um pouco na questão do ‘direito de representação’ vigente naquele tempo, que se baseia em três princípios básicos9: a) a pessoa autorizada (“ecônomo”) atua em lugar e quem a autorizou (“homem rico”), representando seus interesses de lucro e expansão de propriedade. Os negócios assim realizados implicam direitos e responsabilidades para quem delega poder, sendo que as conseqüências jurídicas são carregadas pelo senhor; b) esta representação não autoriza a prática de delitos que prejudiquem o senhor. Qualquer ação que extrapole  os  direitos do senhor é de responsabilidade exclusiva do representante; c) um representante sempre age em função de uma incumbência recebida. Este princípio legal é importante em dois sentidos: todos os negócios realizados são autorizados e legítimos; este  princípio regulamenta a relação recíproca entre os dois, e em caso de irregularidades, nenhum dos dois dispõe de meios legais contra o outro. No caso de Lc 16 isto significa que o “homem rico” não podia exigir do “ecônomo” uma indenização pelo lucro perdido, nem o “ecônomo” poderia exigir uma indenização pela demissão do cargo ou por danos morais advindos da mesma.  Diante desta exposição geral sobre a situação jurídica da relação entre ecônomo e proprietário, quero analisar o texto de Lc 16,1-8 naquilo que ele diz sobre a atuação do ecônomo dentro da lógica econômica vigente no sistema escravista de produção e dominação romano.

Conforme o texto Biblico, alguém denunciou a ação do ecônomo como diaskorpídzo.  Este verbo, na  Antiguidade, significa “espalhar” e “dividir”
pessoas e coisas. No Novo Testamento, ( dia)skorpidzo  aparece poucas vezes, sendo utilizado no sentido de “espalhar”, “dispersar” (Lc 1,51; 11,23; 15,13; 16,1; Mt 12,30; 25,24.26; 26,31; Mc 14,27; Jo 10,12; 11,52; 16,32; At 5,37; 2 Co 9,9 = Sl 112,9) É oportuno e necessário perceber que, no judaísmo da época, esta forma de lidar com  as bens, espalhando/distribuindo também de forma monetária, é bastante conhecida e elogiada! Assim, o rabbi Elieser, preocupado em ampliar laços sociais e familiares através de solidariedade econômica, afirma: “O que se faz  para ter mais crianças? A gente espalha/distribui o seu dinheiro entre as pessoas pobres”. Para dentro daquela cultura  socioreligiosa, esta é uma forma de fazer justiça! E é assim que também o apóstolo Paulo se encontra nesta tradição judaica, quando cita o Sl 112,9 para argumentar a coleta às pessoas empobrecidas em Jerusalém: “Espalhou/distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre!” (2Co 9,9). Mais tarde, o  pai da igreja Crisóstomo em uma homilia ainda parafraseia o termo  skorpídzo com as palavras “espalhar com abundância”

Caminhando um pouco mais…

Isso ainda é pouco eu reconheço, para solucionarmos os problemas apresentados a principio, porém vamos caminhar um pouco mais, em direção ao passado, quero discorrer acerca de um termo “Administrador Infiel” , “Mordomo Infiel”,  ou como em outra versões “economo infiel” Um dos motivos de autores afirmarem que o ecônomo é injusto é a tradução da expressão  oikónomos tes adikías  (Lc 16,8) como “administrador injusto”/”desonesto”. Literalmente a expressão significa “ecônomo da injustiça”, que lida com o  ²mamona tes adikías (“mamon da injustiça”, 16,9). Talves até por uma questão anacronica (alias vivemos tantos problemas de corrupção) o termo foi traduzido de forma de forma adjetivada, Vários comentaristas entendem que Lucas domina muitíssimo bem a língua grega, não utilizaria, aqui, diretamente o adjetivo  ádikos “injusto” para dizer isto que os tradutores querem... Quisesse “Lucas” identificar o ecônomo como injusto, certamente usaria a expressão adjetiva, como então o faz em 16,11 (to adikô mamona, “ao mamon injusto”)! 

Talves a partir daqui podemos começar a entender que existe a possibilidade do administrador se um admnistrador de riquezas injustas, com isso o texto pode dar uma caracteristica globol e generalizada, que acontecia no mundo judaico-romano, alias no versiculo 14 de Lucas 16, nos é informado que os Fariseus sendo avarentos ouviram essa parabola se escandalizavam.

É possivel agora dentro do sistema que injusto era em todas as suas esferas, muitos estivessem com suas dividas arroladas, mas do que o que era devido, A Lei de Moises proibia a usura, e muitos judeus hipocritas para invalidar o mandamente tinham por costume obrigar o devedor a escrever sua confissão de divida em valor bem superior ao original, sendo assim, esta em termos legais não poderiam haver a alegaçaõ em tribunal judaico (sinedrio) que a lei não estava sendo cumprida. A compreensão deste fato é importante pois colabora coma idéia de que o administrador naço era um administrador injusto e sim um admistrador da injustiça.

Diante do perigo iminente de perde seu cargo o economo (gosto de usar este termo, creio que ele me aproxima mais do sentido original/escravo/administrador), que a esta altura ja poderia ter dinheiro o suficiente para quem saber comprar sua liberdade, pode simplesmente estar cortando esses “juros” ilicitos lançados na conta dos devedores, ou até memso retirando destas dividas o seu percentual de lucro, pedindo que eles mesmo refaçam com sua grammatas, próprias letras, as suas confissões de dividas, ao que parece agora esta sendo lançado um valor justo, e talves mesmo na loucura deste sistema o economo estafazendo cumprir a lei judaica!

Com isso o ecomomo, podemos subentender que, garante o pagamento das dividas para seu senhor, pois não cobrar mais o abusivo, e ainda garante um lugar certono seu futuro. de acordo com o estudo dos tempos e modos bíblicos, alguem que fosse agraciado com a hospitalidade poderiam trabalhar junto com a pessoa que o hospedou e socialmente estaria protegido pelas leis da hospitalidade. O jogo do economo foi certeiro garantiu o pagamento do seu senhor ( por isso os elogios) e ainda conseguiu garantir o seu futuro no caso de demissão.

Quais os ensinos desta parabola.?

O que Jesus ensina nesta parabola, é sagacidade do economo em lidar com situações que exigem presteza, e isto sendo ele um administrador de coisas injustas. E nos que nos foram confiadas coisas mais nobres e de verdadeiro valor?

Outro ensino da parabola é que este mundo como um todo esta corrompido e suas riquezas, são injustas assim como todo o sistema e nele vivemos, e uma das formas de não sermos escravos de MAMON,  é justamente praticando a justiça e distribuindo, dando testemunho vivido de nossa fé, atraves de uma pratica de vida não avarenta.

Fazer amigos com as riquezas das injustiça não significa usar de subornos, estratagemas ou coisas parecidas. A ideia é que o que existe neste mundo transitorio e perecivel e de certa forma contaminado pelo pecado por isso, não nos apeguemos.

E com este mesmo sentido que Jesus ordenou ao jovem rico que vendesse tudo, reparti-se entre os pobres e seguisse a Jesus.

 

 

 

¹ anacronsmo:
Anacronismo (do grego ἀνά "contra" e χρόνος "tempo") é um erro em cronologia, expressada na falta de alinhamento, consonância ou correspondência com uma época. Ocorre quando pessoas, eventos, palavras, objetos, costumes, sentimentos, pensamentos ou outras coisas que pertencem a uma determinada época são erroneamente retratados em outra época.
² hermeneutica
Hermenêutica bíblica pretende estudar os princípios da interpretação da Bíblia enquanto uma colecção de livros sagrados e divinamente inspirados. No Cristianismo, esta interpretação é estudada e obtida através da exegese. A hermenêutica bíblica abrange a relação dialética que visa substancializar os significados dos textos bíblicos para aproximar o mesmo da realidade fáctica, na qual se vislumbra o esclarecimento por meio da Bíblia. A hermenêutica bíblica utliza-se de outros princípios comuns aos demais tipos de hermenêutica, como por exemplo a hermenêutica jurídica que segue os princípios da inegabilidade do ponto de partida e a proibição do "non liquet". Em verdade, a hermenêutica bíblica não deve se afastar do texto bíblico, bem como não se abstem da problemática inicial do hermenêuta. O principal objetivo da hermenêutica bíblica é o de descobrir a intenção original do autor bíblico. No caso dos textos da Bíblia o leitor, ao menos racionalmente, não tem acesso direto ao autor original. Por isso é necessário aplicar princípios da hermenêutica (a ciência da interpretação) ao texto bíblico.
Além do fator de separação pessoal entre o leitor atual e o autor original, há outras barreiras para a compreensão. Os últimos e mais recentes livros da Bíblia foram escritos há cerca de dois mil anos atrás. Além da distância de tempo, há diferenças de idioma, pois a Bíblia foi escrita originalmente em hebraico, aramaico e grego.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

No egito, escravo eu fui…

“Não é isso que te dissemos no Egito: deixa-nos, para que sirvamos os egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto” Êxodo 14:12.

Estudando a historia da escravidão de Israel na terra do egito, e sua saga de 40 anos pegrinando no deserto do sinai, alumas vezes me deparo com situações em que aparentemente os israelitas parecem preferir a escravidão do egito, do que a libertação. O egito não apenas tinha escravizado seus corpos mas tinha conquistado as suas mentes, sendo estas ultimas a pior de todas as formas de escravidão, de certa forma os israelitas acreditavam que era melhor servir a Faraó e gozar de certos “beneficios” como carnes,  especiarias e sepulturas.

A vida vivida apenas por vista é sem dúvida alguma uma escravidão, Israel não conseguia exergar Deus como algo real, mas sim como um passo em direção ao desconhecido, imprevisivel. Fico pensando quanto não são escravos de situações simplesmente porque temem em sair da zona de conforto, com medo do desconhecido.

A vida com Deus não é uma vida de incertezas, de desconhecidos, antes de tudo é uma vida de certezas e garantias estabelecidas pela palavra daquele que não pode retroceder, Palavra que não volta a trás. Cristãos em todas as partes do mundo estão sendo escravizados, pelas muitas obrigações deste mundo, assim como Faraó, ordenava que se aumentasse os trabalhos dos filhos de Israel, e assim estes não teriam tempo nem para servir ao Senhor.

Um amigo meu em um passado recente, foi se afundando me suas atividades cada vez mais frequentes, é importante salientar aqui que necessariamente ele não precisa, ter dois trabalhos ao mesmo tempo, mas foi o que fez, e assim não tinha mais tempo para congregar, foi perdendo a comunhão e nisto também foi perdendo os seus valores espirituais chegando mesmo a fletar com mulheres, fora do seu casamento.

Engraçado que, todas as glórias terrestes que haviam no egito podiam ser conquistadas por Israel em cannaã, porém estes tinha uma mente de escravo e na sua mentalidade achavam impossivel conquistar aquela terra de gigantes.

Não seja escravo, Cristo te libertou, acredite em Deus, trabalhe sim com afinco, mas lembre-se que voce, precisa de tempo para buscar a face do Senhor, não se iluda achando que é melhor não arriscar, até porque a vida com Deus, não é risco e sim a maior de todas as certezas.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Religião e Escravidão

A Palavra Religião muito embora traga em sua essencia a idéia de religar ( do latim religiare), tem sido um dos maiores “desligadores”, causando guerras e destruição ao longo da hisória da humanidade, embora argumente-se que a tal religação seja entre Deus e o Homem, nem neste aspecto a religião tem servido ao seu proposito. A religião é falida, e não poderia ser diferente uma vez que é composta de regras e normas criadas por homens, e homens traz em sua essencia a fabilidade dos seus projetos, o pensamento humano nunca leva em consideração a historia do outro, do seu proximo, leva em conta suas próprias experiencias, cultura e formação. As religiões são em resumo uma tentativa meramente humana de tentar propriciar-se diante do seu criador e tras em si os elementos que cada cultura foi criando ao longo das eras.

O homem tras em sua consciencia a idéia de que está afastado de Deus, e procura de diversas formas se encontrar com este Deus, e vai criando suas normas, mas por ser a religião uma criação humana e falha vai tentando o ser humano impor sua religião aos outros, e muitas vezes esta imposição se deu ao longo da história através do uso da violencia.

Os tempos são outros é verdade, mas quantos que não se encontram escravizados  por uma ideologia religiosa?

Conheci um amigo meu que afastado da Igreja não consegue cultuar em outra igreja simplesmente porque está sem o seu terno e sua gravata e com o cabelo um pouco crescido, escravo de uma cultura e sistema religioso, que em vez de religa-lo com Deus, através destas praticas o esta infelizmente afastando.

Jesus, não pregou uma religião, ao contrario das religiões que são esforços humanos de se reconciliar com Deus, o Cristianismo é um esforço Divino de se religar com o homem, usando de todo o amor e não regras necessárias para isso. Regras ritos sao sim importantes,somente para nós humanos,  sempre inseridos em uma cultura especifica donde nascem estes ritos. Sim os ritos não nascem de uma revelação de Deus e sim de uma visão puramente humana. Deus em sua transcedencia, não necessita da forma para se revelar. Os “achismos” da religião tem cumprido um papel desvastador no que se refere a simplicidade do evangelho.

A salvação não se dá pelas obras ( Efesios 2.8-9) mas exclusivamente pela graça, os nossos ritos deveriam apenas ser formas didaticas de perpetuar nosso conhecimento e tradição, não pode passar disso.

Como disse Calvino, o simbolo não pode ser maior do que o objeto que simboliza, passando disso creio até mesmo incorrer em idolatria.

É tempo de quebrarmos alguns paradigmas e entendermos que antes de nossos ritos, liturgias e formas,a alma esta ansiosa e necessitada de conhecer a verdade que liberta, não a o rito que escraviza.

 

“Conhecereis a Verdade, e Ela vós LIbertará”

Rodryguez

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domingo, 12 de setembro de 2010

O evangelho é o poder de Deus

11/09/2010 - 17:00

Canibais aceitam a Cristo e abandonam antigos rituais

Ketning que vivem na Ásia já tem NT, hinário e parte do AT traduzido

<br />Canibais aceitam a Cristo e abandonam antigos rituais

Existe um grupo de pessoas que vive no leste da Ásia do Sudeste, cujo nome significa "povo do vale do sol". Os Ketning são conhecidos por praticar canibalismo, exercício de magia negra, participação em assassinatos por vingança, venerando antepassados e participando de animismo.
No entanto, existem mais de 15 mil Ketning têm uma notável história de transformação, pelo Evangelho, com a ajuda da empresa de sementes.
Os primeiros esforços entre os evangélicos começaram Ketengban em meados dos anos 70. O povo recebeu o primeiro Novo Testamento em 1983. Hoje, cerca de 75% são cristãos, porque a Palavra de Deus tornou-se acessível a eles. Agora, não existem práticas animistas, sincretismo em sua comunidade.
Mas, tornou-se cada vez mais evidente que esses novos cristãos precisam do Antigo Testamento para compreender o contexto do Novo Testamento e se aprofundar no estudo da Palavra de Deus.
Em 2008, os pastores começaram a pedir ajuda na tradução de trechos mais importantes do Velho Testamento. A parceria com ministérios estabeleceu novas instalações para este trabalho.
Como resultado, a equipe completou as partes finais de diversos livros do Velho Testamento, e espera concluir todo o projeto em 2013. Eles também fizeram grandes avanços no culto e terminou recentemente a tradução dos hinos no idioma Ketning.
Fonte: MNN / Redação CPAD News

Salmo 23

OS salmos foram escritos em momentos de grandes revelações de Deus, a maioria deles foram escritos em momentos de perigos e transformam-se em declarações de fé em meio as adversidades da vida. Confiança absoluta em Deus, são os temas preferidos dos salmos. Foram escritos para serem hinos de louvor cantados no exercício do culto em Israel, assim os salmos foram se perpetuando e chegando até nós, Davi, Asafe, Salomão,Moisés e os filhos de Coré, estão entre os autores do Salmos.
Dia 12 no culto matutino foi ministrado O Salmo 23, segue abaixo o resumo para que possamos continuar a meditar nessas palavras tão especiais


sábado, 11 de setembro de 2010

A hora da decisão

Uma luta eterna existe dentro decada um de nós, luta entre o bem e mal quase constante, a todo momento estamos diante de decisões a serem tomadas, o certo e o errado facilmente se fudem e se confudem diante de nossos olhos, São em horas assim que podemos ficar vulneraveis a sugestões espirituais, a dar ouvidos e atenção daquilo que parece certo porém é um engano e não procede de Deus.

Davi, tem uma longa progessão dentro das escrituras, desde a sua infancia ate a sua morte a bíblia registra precisosos momentos de sua vida. Como na nossa vida teve momento decisivos em que errar significaria comprometer todo o futuro que lhe estava reservado. Você ja parou para pensar, quem em um momento podemos comprometer todo o futuro que nos esta reservado? Pense nisso!

Voltado a Davi, este ainda um jovem porém ja com uma promessa de Deus de reinar sobre a terra de Israel, se encontrava agora diante de uma situação, Saul o rei em exercicio o estava perseguindo e agora com suas tropoas desastentas Saul, se tornou um presa fácil apra Davi e seus homens! Tudo o que Davi poderia esperar era que seu maior inimigo viesse cair em suas mãos, e la estava Saul, desatento, dormindo… Davi tinha agora a sua oportunidade de acabar com seu inimigo, um dos seus homens cheio de razão diz a Davi: “ O Senhor entregou o inimigo em tuas mãos, destroi-o” ( I SAMUEL CAP  22 e 23). Davi porém interpela seu companheiro de armas e diz: “ Não, ele (saul) é um ungido do Senhor quem fez e isto e prosperou alguma vez? Na hora da decisão, aprecem vozes que parecem ser a voz de Deus e não são, são vozes que falam com propriedade, com logica, com razão, mas não são a voz de Deus, tem coisas que parecem obvias, mas não são necessariamente a vontade de Deus.

Davi neste episodio esteve atento a voz de Deus, tal ato cometido, poderia comprometer todo o seu futuro como ri, quem sabe atraindo sobre si mesmoa ira de todo Israel!

Na hora da decisão não se precipite, não escute qualquer um, escute sim a voz de Deus, que já esta revelada nas escrituras.

 

Rodryguez

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mestre Socorre-me

Pedro-se-afogando Não, impossível… Quem não sabe nadar jamais poderá de si mesmo com sua vontade, sabedoria ou conhecimento escapar do destino cruel de morrer afogado! Saber o que é preciso fazer também não resolverá, pois é preciso não apenas o saber, mas o efetuar! Fico pensativo quando escuto pregações “humanistas”, que colocam as soluções dos problemas na força de vontade humana. O homem como pecador se tornou escravo do pecado e como tal não consegue de si só sair desta escravidão. Os problemas da humanidade de forma geral são decorrentes da queda de nossos ancestrais ainda no Éden. O escravo precisa de um libertador, quem se afoga precisa de alguém que saiba nadar para o socorrer. Jesus o grande libertador, veio para desfazer as obras das trevas e o que temos que fazer, senão apenas crer que Ele o fará? Jesus é aquele que caminha por cima das águas qu eestende a sua mão a quem estão se afogando e diz: “não tema Eu Te ajudo” –  Quantos estão se afogando e nós fechamos o nossos olhos nos escondemos atrás da famosa idéia de que a pessoa não se liberta porque não quer? Como se bastasse a pessoa apenas querer… Queres se limpo? falou Jesus, e a resposta que teve foi clara: “Sim Senhor eu quero..” quanta vontade não teve aquele que estava diante do Tanque de Siloé? Jesus é aquele que opera mesmo quando nossas forças acabam, mesmo quando não coseguimos nem mais acreditar, a fé não é apenas um pensamento positivo de que vai dar certo, é antes de tudo um olhar para Jesus, entende nele a libertação completa, Pensamento positivo é olhar para si mesmo e está fadado ao fracasso pois:”Maldito o homem que confia no homem”, fé é lançar o olhar para Deus e entender que ele tudo pode. è dizer como disse Pedro ao afndar nas ondas: “mestre acode-me pois vou perecendo”. O evangelho é o maior poder que homem pode experimentar pois vai além de suas forças humanas.

Jesus salva, Jesus Cura, Jesus Batiza com o Espírito Santo, famosos termos que definem as verdades tão pregadas por pentecostais nestes 100 ultimos anos, tem sido esquecidos por uma nociva idéia de que o homem pode tudo.

Creio no poder restaurador de Deus, no evangelho que rompe com o reino das trevas que nos conduz a luz. Creio que mesmo sem forças algumas se eu lançar um olhar para Jesus, filho de Davi, ele me ordenará para cura e libertação. Creio que a salvação não depende de mim, pois se dependesse a muito eu a teria perdido, mas Sim de um Deus todo poderoso, que resolveu na sua soberania deixar o explendor da sua glória se fazer homem, viver a minha vida e levar sobre o madeiro todos os meus pecados.

O que eu faço? como um naufrago que não saber nadar me afogando… eu olho e vejo Cristo caminhado soberanamente sobre as aguas revoltas, estendo a minha mão e digo: Mestre acode-me pois vou perecer…

 

rodrigues

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sábado, 14 de agosto de 2010

O Reino dos Céus em um grão de Mostarda

 

Introdução:

Reino dos céus , é um termo muito usual no Evangelho de Mateus (matatias em Heb, em Grego Mataion = Dadiva, dom de Deus). Sendo próprio Jesus no Evangelho de Mateus apresentado como Rei, O termo reino dos Ceus ou Reino de Deus, somados aparecem 54 vezes ao longo do Evagelho de Mateus, sendo 5 vezes “Reino de Deus”, como os demais judeus em respeito ao nome Sagrado evitavam citar “Deus” preferindo a forma “Reino dos Céus”.

Os Sábios Judeus da época, estudantes da lei e dos profetas esperavam o aparecimento do Messias, que inauguraria o REINO DOS CÉUS, na terra, livrando Israel de uma vez por todas de todos os seus opresores, na ocasiãos os romanos e implantando um a Messianico a semelhança do Reinado de Davi, uma vez que se acredita ser o Messias descendente de Davi. Deste a contagem genealogica da ascendencia de Cristo, Mateus se esforça para provar ser Jesus, O Messias esperado por sua geração, usando o metodo Judeu de interpretaçao númerica das escrituras, ele divide as genealogias em 3 seções de catorze gerações, isso tem a vem com o nome hebraíco de David, separando as consoantes temos DWD sendo o valor numerico de cada letra em hebraico 4+6+4 = 14 sendo catorze determinado pelos rabinos como número de Davi, assim Cristo é no dizer de Mateus 3 vezes Davi.

Com este método de interpretaçao Mateus mostra que Jesus, é o Messias, o descendente de Davi que veio para ocupar o Trono, é justamente aqui que o evangelho de Cristo, vai na contramão das aspirações rabinicas. Ele tem um Reino porém não é deste mundo, é um reino que já existe que está entre nós.

Reino, é a jurisdição debaixo da Autoridade de um Rei,  estar no reino é estar debaixo desta autoridade, Os evangelhos vão revelando por assim dizer os mistérios do reino pelas parabolas contadas por Jesus. Entre elas vamos  ver uma entre tantas que me chama a atenção;

 

A parabola do Grão de Mostarda.

Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. MAteus 13.31-32

 

O grão de mostarda era um comparativo usado pelos rabinos para ser referirem a coisas pequenas e sem significancia, aqui começa o grande mistério do Reino dos Céus, aquilo que parece ser insignificante aos olhos humanos não o é aos olhos de Deus,  não devemos apenas considerar o inicio das coisas mas também o seu fim, o homem natural está limitado a olhar apenas para a aparência, ( pequeno, feio, pobre, etc) Jesus falando como Deus, olhando para o Futuro já conhecido via uma arvore grande servindod e abrigo as aves dos céus.

Um pé de mostarda selvagem que é exemplificado na Parabola me ate 2 metros de altura, sendo encontrado casos mais raros com até tres metros e isso claro, a partir de um pequeno grão de mostarda.

Vivemos em um   mundo que nem sempre as coisas saem como quiriamos que saissem, somos confrontados por nossos pensamentos e pensamentos é isto o Reino de Deus? Espere ele esta em crecimento, e ainda se tornará visível em sua vida.

Penso que queremos resultados imediatos em nossas vidas, queremos orar hoje e ser atendidos ontem! tudo isso porque estamos olhando as aparencias das coisa, como elas nos são pela vida e pelo mundo apresentadas. Pensamos em números, em somas, em agilidade, Deus pensa em quantidade, em estabelecimento, em crescimento. Se quisermos viver o reino deveremos aprender a cultivar as pequenas coisas, e fora de moda como oração e jejum ( hoje é mais fácil declarar!), a comunhão, a espera

O grão de Mostarda como simbolo da fé poderosa.

Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível. Mateus 17.20

As duas alusões ao grão de mostarde estão intimamente ligadas no evangelho de Mateus, O reino é semelhante ao grao de mostarda, neste reino nos movemos pela fé, esta fé se for semelhante ao grau de mostarda, pode trazer o poder deste Reino para Tempo presente, a fé é modo pelo qual o Reino de Ceus, invade outros reinos, no caso do texto em especial o reino a ser invadido e ocupado seria o reino das trevas! Através da fé, é manifesto o Rei dos Reis, e outros reinos e ordens não podem subsistir!

Mas uma vez vemos um dilema entre o mediato, e visivel e as coisas invisiveis e pequenas, note que Jesus ainda disse associado ainda que era necessário jejum e oração para crescimento da fé.

Os antigos Judeus constumavam triturar a semente da mostarda e como ela obter uma farinha que misturada com azeite teria propriedades medicinais,  A fé que move as montanhas que traz o reio dos céus, não é apenas uma fé no sentido de confiança no poder de Deus, mas também uma fé triturada, no jejum e na oração nos silencio do nosso segredo com Deus, é uma fé triturada na nossa diminuição, do nosso quebrantamento, fé não é exaltação, como talvez os discipulos pretendiam mas é diminuição para que o reino se torne grande em nós para que a mostarda se torne uma hortaliça viçosa.

Um detalhe interessante sobre a mostarda em particular, atribuido pela moderna botanica,é o nome cientifico de sua familia, chamadas de cruciferas, ou em forma de CRUZ, dizendo isso com sentido a disposiçõa de petalas, penso que Jesus sendo 100% Deus, já sabia que os sábios de nossa epoca assim lhe classificariam, fico imaginando o pequeno grão de mostarda, crecendo e quando saem suas petalas são todos em forma de Cruz, penso no valor da cruxificação de Cristo, que como o grao de mostarda foi tido como vil (isaias 53) foi plantado no seio da terra por tres dias e tendo ressuscitado doi lhe dado todo poder no seu e na terra, estabelecendo assim o seu reino em nós que cremos nesta bendita semente de Davi.

Venha a nós Senhor o Teu Reino.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Restituir a condição de Filho

filho No evangelho de Lucas no capitulo 15, temos as parabolas de Jesus sobre as coisas perdidas e entre ela, a famosa parabola do filho prodigo, que resolve pedir que o Pai lhe de em adiantado a parte da herança que lhe cabia, mesmo isso não sendo muito usual o pai lhe atendeu o pedido. Parte então o filho prodigo para uma terra distante e vai viver dissolutamente, engraçado penso quantas pessoas que conheci na minha vida que depois de terem tanto experimentado das bençãos de Deus resolvem se afastar, vão para suas terras distantes, usando de forma inadequada, aquilo que de Deus um dia receberam, quantos músicos que se formaram em igrejas evangélicas e hoje, servem outro proposito diferente daquele para qual foram chamados, quantos que Deus fez prosperar financeiramente para estes por sua vez pudessem ajudar a outros, ofertar, sustentar ministros do evangelho. O mundo infelizmente ainda é um atrativo para muitos que estão na seara do Senhor!  A parabola do filho prodigo me faz lembrar um testemunho de conhecido meu, pregador da palavra, oprador eloquente, usado por Deus em curas e libertações, um dia também resolveu experimentar as terras distantes, e como o personagem da parabola, quiz comer comida de porcos mas nem isso lhe davam, chegou mesmo a trabalhar em uma casa de prostituição ao troco da comida e dormida, e todo o dia lembrava-se dos dias gloriosos na presença de Deus, e tal como o prodigo teve a oportunidade de voltar a casa paterna. O filho prodigo ao ser recebido pelo Pai teve a sua condiçao de filho restituida através da roupa, anel e calçado novos que o pai lhe deu, sendo tudo firmado com um banquete, de um novilho cevado. Mas há nesta passagem outro filho que não é prodigo, mas tem problemas piores, o prodigo sabia que tinha direito a herança, entrou na posse dela antes do tempo e não a soube usar, mas sabia de seus direitos como filho. O filho mais velho que tinha por direito uma porção dupla na herança vivia como se não o tivesse e eis o motivo de seu rancor quando o prodigo foi recebido de volta, vivia como servo, pensava como servo. Penso que isso tambem é uma liçao para aqueles que so fazem a obra de Deus por mera obrigação, não conscientes que são herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, que não trabalham em seara alheia, mas sim na sua propria.

Aprendi com meu pastor (Pastor Alceu) que muitos que estão por ai morando na rua, em condições sub-humanas,  em sua maioria ja foram cristãos e serviram a Deus e tive várias demonstrações da veracidade quanto a isso, muitos prodigos que precisam saber que basta apenas uma decisão deles, que o Pai os espera de braços abertos pronto para recebe-los e restui-los na condição de filhos!

Mas tem os que não estão perdidos que estão servindo a Deus, tal como o filho mais velho, que ainda não entenderam a sua condiçaõ de filhos…

 

   Rodriguez

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sábado, 7 de agosto de 2010

                                                                           Quem socorrerá a Igreja?


Volta e meia aparece ou reaparece no ambiente evangélico alguém com um doutrina particular, com o pressuposto de que essa será a "grande visão de Deus", para a Igreja, as invenções não param, assistir muitos cultos evangélicos ou uma palestra de auto ajuda é praticamente a mesma coisa, outros se situam em torno de números bíblicos como o 7, 12, 40 etc, o ruim de tudo isso é que no final tudo não dá em nada ou quase nada. As estratégias, as visões, tem sido visões humanas, funcionais e institucionais, muito diferente do evangelho, como disse um amigo meu, que foi liberto das garras do ocultismo: "tem horas que a impressão, é que estou numa roda mística", pode chocar você meu amigo, mas acredito que muito ocultismo tem sido praticado mesmo dentro das igrejas, os símbolos da fé, que tem, a função de memorial, são usados de forma irresponsável, substituindo a poderosa pregação que conduz o pecador até Cristo., não faz muito tempo que assistindo um programa "evangélico" na Tv, via uma estranha unção, a unção do touro de New York.. um pastor la com um recipiente de azeite orando e consagrando, falando do significado financeiro ( só para variar) daquele lugar e dizia que as pessoas ungidas com aquele óleo ( claro que envolve também um voto financeiro) estaria assim capacitado por Deus para crescer, pensei de imediato no bezerro de ouro que os israelitas fizeram ao sairem do egito. Assim como a classe sacerdotal guiado por Arão, aceitou essa profanação, de igual modo "sacerdotes" tem induzido cristãos à pratica que não é Cristã. Se não der certo é só jogar a culpa na fé da pessoa, que não foi suficiente, alias fé e pensamento positivo, dentro desta "teologia" são quase idênticas, logo penso que os homens ímpios e ricos devem possuir uma tremenda fé e ainda por cima agradam a Deus. As pregações são elaboradas a ponto de levar essa visão as pessoas, já a muito se foi o tempo em que a pregação era uma revelação da vontade de Deus ao pregador, para que outros pudessem ouvir, pregação hoje é antes visão oficial da Igreja. 

Mas em tudo isso ainda podemos ver a genuína palavra de Deus sendo pregada, por pessoas anônimas, que nunca estarão na grande mídia, são como a serva de Naamã, suas igrejas não grandes, alias não fala de grandeza ministerial ou pessoal, apenas sente-se o coração arde, vendo a necessidade real de anunciar a salvação dar cumprimento ao IDE de Cristo. 

Cristo ainda está andando pelas sete Igrejas da Ásia, e quem tem ouvidos para ouvir ouça, a nos trilhos corretos é como Filadelfia, igreja com pouca força mas que não nega o NOME de DEUS. Igreja que será livrada da hora da tribulação que haverá de vir sobre toda a terra.

 
samuel rodryguez


sábado, 31 de julho de 2010

Quando a Teologia vira uma Inutilidade

Conversando com pastores amigos, percebo como muitos se dividem ainda quando o assunto é estudar teologia, confesso que a falta de equilíbrio tem trazidos danos irreparáveis  a muitos cristãos e as vezes as suas congregações. 
Vale a pena ressaltar aqui que o o teólogo, não tem em si, autoridade infalível em assuntos de fé, nem ao mesmo está em um patamar acima de cristãos chamados leigos. Estudar as línguas, originais, teologia sistemática, hermenêutica, homilética enfim, é claro de tudo isso é importante para dar uma forma mais definida a fé cristã, tem valor no campo do conhecimento humano, na da forma do rito, mas não da essência. 

Me irrita confesso quando vejo um pregador esbanjando o seu hebraico/grego , trocando apenas a vocalização na língua corrente pela vocalização na língua original sem explicar absolutamente nada! o que interessa saber que casa em hebraico é "beth" se isso em si não traz um melhor esclarecimento do texto pregado?

O hebraico que a bíblia foi escrita, nos eu povo não era uma língua culta da corte, nem muito menos o grego que era op koiné e não o clássico, a bíblia foi escrita para ser entendida até pelo povo mais simples, e o dever de quem estuda é pode transmitir a mensagem de forma simples, estudar passar dia a fio se for o caso, mas o resultado deve ser a simplicidade da pregação, creio que foi com esse pensamento que Jerônimo, traduziu a vulgata, ou seja em latim vulgar, falado pelo povo , a língua do dia a dia.

O que vejo é muitas vezes com tristeza é ao contrário, uma linguagem sofisticada demais, cheia de terminologias bonitas, que não são assimiladas pela maioria da congregação.

Também me preocupo quanto vejo um seminarista, criticando ferozmente seu pastor por uma de suas pregações, me preocupo pelo simples fato de que o conhecimento adquirido não lhe dá o direito de falar contra uma autoridade, é só lembrar de Miriam e Moisés.

A teologia deve servir como um instrumento, uma ferramenta, que possa ser usada para desvendar e explicar, de forma simples as doutrinas fundamentais de nossa fé. O teólogo é antes de tudo um servo, que tem a responsabilidade de explicar com simplicidade a palavra de Deus.

E para terminar não se deve esquecer que Deus quem quer, como quer e onde quer, lembremo-nos do profeta Amós que não pertencia nem a classe sacerdotal e nem era "filho de profeta", era antes de tudo um homem do campo, mas foi e cumpriu o seu chamado.

Estude, ore, busque a sabedoria, use todas as ferramentas que  teologia tem a lhe oferecer, sirva as pessoas com que aprendeu, procure palavras simples de fácil entendimento, seja Servo.



 rodryguez


sexta-feira, 30 de julho de 2010

 
 
Porque queremos ver nossa igreja cheia? Ou em um universo menor, o nosso grupo, nosso grupo familiar etc.
Verdade é que todos nos animamos quando vemos pessoas novas na congregação, ainda mais se estas pessoas foram trazidas por nós! Afinal quem não gosta de ver um culto com várias pessoas?  Mas qual nossa motivação? Estamos sendo sinceros ao IDE de Jesus, com uma real preocupação com relação as pessoas que não o conhecem ou estamos preocupados com números apenas? com a posição no "ranking" da igreja que fazemos parte em relação as outras? Quem está sendo glorificado Deus, nós ou a instituição religiosa da qual fazemos parte?
Ouve um tempo em que ao anunciar a salvação  que há em Cristo, a preocupação, era de fato com a salvação e evangelistas convictos da necessidade da salvação, conduziam a pessoa a Cristo, sem se importar, se iriam ficar na sua denominação ou não, o importante mesmo era servir a Cristo. Convidar pessoas que já congregavam em outras igrejas? isso nem era pensado, o alvo eram pessoas que ainda não tinham conhecimento da Salvação. Não que não se possa congregar juntos com irmãos de outras denominações que expressam a mesma fé, porém não se tinha a presunção que tal pessoa uma vez cristã e congregando iria sem motivos mudar de igreja. Infelizmente é com pesar que constato, que muitas das pregações que ouvimos por ai tem de tudo, menos o evangelho restaurador de vidas.
 
Não se fala mais a realidade bíblica do estado do homem sem Deus.
Se anuncia uma salvação materialista, prosperidade e etc.
Anuncia-se a Visão da Igreja, que em muitas vezes parece ser mais mais importante do que a salvação em si
Defende-se mais a Instituição Religiosa, do que o novo nascimento
 
Igrejas nascem, explodem nesse país e quando se analisa os dados estatísticos de crescimento do número de Cristãos, percebe-se que pouco ou nada mudou, porque ao invés de ganharem pessoas para Cristo, estão simplesmente ganhando pessoas para a IGREJA, é comum ouvir certos pregadores dizendo assim: "Isso só acontece aqui, a benção está aqui", - Como se houvesse neste mundo poder capaz de manipular e controlar as ações de Deus. Só para explicar Deus opera onde quer e quando quer, e não como manipula-lo nem com nossas orações...
 
Mateus 6.33 : Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas as demais coisas vós serão acrescentadas - também vale para a Igreja como instituição que claro pensa em crescimento e precisa crescer! -
 
Até o convencimento obra do Espirito Santo, no coração humano, tem sido deixado de lado, vejo ensaios, estudos falando sobre o crescimento da Igreja, onde não se de onde tiraram isso cada membro tem que gerar um certo número, e a Igreja sendo tratada como se fosse uma empresa que cumpre metas especificas. Será que ninguém leu que é "Deus que dá o crescimento" que é "O Espírito Santo que convence", ou ainda  que tem semente que cai em "solo que não será fértil"? Anunciamos a evangelho com clareza essa é nossa missão quanto ao crescimento isso é com o Senhor da Seara.
 
Em certas reuniões ministeriais quanto pastores não são exaltados por terem uma igreja com um número expressivo e outros de certa forma humilhados por não terem uma igreja tão cheia assim?  Bom sei que a a Bíblia diz que há festa no céu por um pecador que se arrepende...
 
Não vou ser extremista a ponto de dizer que igrejas pequenas são mais abençoadas do que igrejas cheias e grandes ou vice-versa, não se trata disso.   Se trata de ter nas igrejas pessoas que compreenderam a Salvação, sejam igrejas super cheias ou não, pessoas que saibam que Cristo, vem antes da visão e normas estatutárias de determinada congregação seja ela grande ou pequena.
 
 
Rodryguez
 
 

terça-feira, 20 de julho de 2010


A atualidade da Palavra de Deus
 

 
A Palavra de Deus, transcede as eras, continua sendo um livro atualizado, tanto para o ser humano de ontem, como para os ser humano de hoje, seus preceitos, suas advertencias acerca daquilo que Deus estabeleceu continuam válidas tais como foram. É verdade que não praticamos muitos costumes culturais ali narrados e nem seguimos mas as regras da velha aliança porque acreditamos que ela nos conduziu a nova aliança em Cristo. Mas no que diz respeito ao padrão comportamentel que não venha a transgredir nem ir contra os principios de santidade de Deus, ela ainda é a mesma tal como foi desde o inicio desde quando creio ainda era uma tradição oral antes, de começar a ser escrita por Moisés.
 
Nos dias atuais vivemos uma crise de determinações contrárias as escrituras, com a legalização de preceitos totalmente contrários a Palavra de Deus, a reiterpretaçõ e contextualização das escrituras tem se feito presente em muitos discursos tipicos de nosso tempo e com pesar posso dizer tambem tem se feito presente nos pulpitos de evangelicos, mas isso não é novidade alguma por tambem isto está previsto devemos todavia, guradar o nosso coração, como disse PAulo: "tem cuidade de ti mesmo e da doutrina"
 
Faz alguns dias eu estava conversando após o termino do culto com o irmão Thiago, o asunto era esse mesmo como que aquilo que a bíblia não nos aconselha tem tomado conta do mundo, (maranata) mas o interessante é que isso não é novo debaixo do sol, na verdade vem acontecendo a milhares de anos, não foi a toa que Deus chamou Abraão para sair de UR dos Caldeus e a partir dai começou a levantar um povo separado na terra, se conhecermos melhor a historia do crescente fertil, veremos que todas as civilizaçãoes a volta estavam envolvidas com praticas que iam além da idolatria a permissividade sexual, de todas as nações a volta apenas Israel era diferente, isso quando estava levando Deus a sério diga-se de passagem.
 
No crecente fertil, a ciencia era algo a muito tempo desenvolvida á epoca de Abraão, os caldeus conheciam o deslocamento dos astros e construiam observatorios astronomicos, os egipcios tinah alto conhecimento em contrução civil, medicina e navegação, construindo obras que até hoje perduram, efetuando desde cirurgias cranianas, pontos em ferimentos, anestesicos , teste de gravidez a partir da urina etc, sendo os primeiros a empreenderem viagem de circunavegação em torno da Africa. Codigos legislativos, controle de enchentes, etc tudo isso ja era conhecido
 
Um dos mais antigos e importantes conjuntos de leis do mundo, elaborado pelo imperador Hammurabi na antiga Mesopotâmia em cerca de 1750 a.C., contém alguns privilégios que deveriam ser dados aos prostitutos e às prostitutas que participavam dos cultos religiosos. Eles eram sagrados e tinham relações com os homens devotos dentro dos templos da Mesopotâmia, Fenícia, Egito, Sicília e Índia, entre outros lugares. Herdeiras do Código de Hammurabi, as leis hititas chegam a reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo. E olha que isso foi há mais de 3 mil anos.
 
 
mesmo fora do crescente fertil  na Grécia e na Roma da Antiguidade, era absolutamente normal um homem mais velho ter relações sexuais com um mais jovem. O filósofo grego Sócrates (469-399), adepto do amor homossexual, pregava que o coito anal era a melhor forma de inspiração – e o sexo heterossexual, por sua vez, servia apenas para procriar. Para a educação dos jovens atenienses, esperava-se que os adolescentes aceitassem a amizade e os laços de amor com homens mais velhos, para absorver suas virtudes e seus conhecimentos de filosofia. Após os 12 anos, desde que o garoto concordasse, transformava-se em um parceiro passivo até por volta dos 18 anos, com a aprovação de sua família. Normalmente, aos 25 tornava-se um homem – e aí esperava-se que assumisse o papel ativo.
 
 
A Bíblia e os seus preciosos ensinam ainda são tão atuais e verdadeiros como foram desde o seu principio, é a palavra de Deus revelada, para que os homens saibam a sua vontade
 

rodryguez
http://somosfamiliacrista.blogspot.com




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sábado, 17 de julho de 2010


Ezequias e Senaqueribe

Rompendo com os cercos do Inimigo

Textos Bíblicos: II Crônicas 32 – II Reis 18 e 19


 

Introdução:

Nossa luta não é contra a carne e sangue, muito embora essa afirmação do livro de Paulo aos Efésios possa parecer um tanto mitológica e simbólica, ela é real sem duvida alguma, na mesma epistola Paulo nos fala das astutas ciladas do diabo (Ef 6.11) astutas ali, no texto grego é metodeias (metodeias) de onde procede nossa palavra em português "método". Assim entendemos que são métodos bem elaborados num alto grau de inteligência que objetiva nos afastar da presença de Deus. Muitas vezes sem perceber corremos o risco de ir caindo em suas ciladas assim como o Rei Ezequias, foi caindo, mas em dado momento resolveu confiar em Deus e romper com todos os laços que tinha com Senaqueribe, rei da Assíria, porém isso trouxe a ira de Senaqueribe, contra Ezequias, e este confiando em Deus conseguiu a vitória. Não importa quanto tempo estejamos sendo cercados por laços, nem por quanto tempo uma situação contrária a Deus ínsita em sua vida. Rompa com cercos hoje, entregue a Deus de todo o seu coração e ele lhe fará um vencedor.

 

Pano de Fundo Histórico

No segundo livros dos Reis cap. 17, lemos o Relato da história do Reino de Israel, vizinho do Reino de Judá (neste período Israel estava dividido entre dois Reinos) Israel sendo governado pelo imprudente rei Oseías – Nesta época dos exércitos assírios de Salmaneser, (deus sulmã é superior), estavam expandindo os seus domínios e muitos reinos do oriente médio estavam lhe sendo tributários, e isto inclui os reinos de Israel e Judá. O reino de Israel se rebelou contra o domínio assírio não lhe pagando o tributo. E por este motivo o reino de Israel foi invadido, muitos foram levados cativos e em Samaria, capital do reino de Israel, Salmaneser fez habitar uma mistura de povos vindos de diversas partes do agora vasto império Assírio. (II REIS 17.24)

 

Ezequias, também se rebela conta o domínio da Assíria.

Por algum motivo, o rei Ezequias havia se libertado momentaneamente da política dos reis Assírios, porém da mesma forma que conheceu no reino de Israel assim também os assírios estavam tentando fazer com Judá. Tão rebelião levou ao cerco de Judá com a tomada de 46 cidades ( de acordo com as crônicas dos Reis da Assíria)  e Jerusalém . Mas o Ezequias teme talvez o mesmo fim que teve Israel e resolver retoceder enviando uma carta ao Rei da Assíria dizendo "Errei retira-te de mim tudo o que impuseres suportarei" (II REIS 18.14). A partir daí teve que pagar um pesado Tributo de 300 talentos de Prata e 30 talentos  ouro ( se quiser fazer as contas 1 talento é aproximadamente 34 kilos!) Para tanto Ezequias Arranca as portas do Templo que era de prata e entrega ao rei da Assíria. Aqui podemos extrair algumas lições espirituais:

Ø  As portas do Templo foram tiradas – O templo era o lugar de adoração de serviço religioso, lá dentro a glória de Deus era manifesta, as portas do templo representam a nossa vida espiritual protegida a nossa comunhão interior, somos o templo do Espírito Santo e não podemos deixar que o inimigo alcance vantagem sobre nós – o primeiro lugar que ele tentará atacar é a sede de nossa comunhão com Deus.

Ø  Pagavam tributo ao inimigo – Pagar tributo ao inimigo, dividir parte do que se tem de forma compulsória ou mesmo ou mesmo oferecer algo como homenagem. Não podemos nos conformar com roubos e assaltos espirituais em nossa vida, quando falo disso não estou falando apenas de dinheiro falo também de situações que sabemos que não agradam a Deus, mas acabamos por faze-la, quando assim o fazemos estamos pagando um tributo a Satanás. Pode ser radical mais partilho da Visão de David Wilkerson:  "Este é retrato da transgressão que se encontra na Igreja de Deus atualmente -- uma igreja caminhando com medo, intimidada, favorecendo o mundanismo no seu meio, receosa de se levantar com ousadia e dar o nome de pecado ao que está acontecendo! Assim como Ezequias curvou-se aos desejos de Senaqueribe - o "homem do pecado", a igreja de agora paga tributos ao diabo com música pagã, diversões assim chamadas "cristãs", e padrões duplos de moralidade".  

Esta lição só por si é tremenda, posso eu testemunhar que passei preciosos anos da minha vida "servindo" a Deus, mas pagando tributos a Satanás, não me desvencilhava da bebida debaixo da idéia de que o que a Bíblia proíbe é embriaguez, sendo esta a grande saída para quem não quer mesmo é largar seu costume mundano esquecendo-se qualquer que quiser ter uma comunhão mais profunda com Deus, deve se ater também as palavras de Provérbios 31.4  ainda dando louvor a musicas de músicos mundanos que notadamente tem espalhado idéias demoníacas na sociedade,  enfim amando este mundo tendo uma aparência de fachada mas por dentro totalmente morto. Mas um dia comecei a ouvir uma palavra preciosa séria e renovadora, e pude também romper com os laços e barreiras e dar toda a minha força somente para um único Senhorio: Jesus Cristo

 

Ezequias decide não mais pagar tributo ( II Cronicas 32.1-8)

O Rei da Assíria queria mais, queria que Judá se alinha-se com eles na sua sede de conquistas fazendo parte agora do exercito assírio (II Reis 18.23)  queria também o controle absoluto sobre Jerusalém e seus habitantes que seriam a semelhança do habitantes de Samaria, espalhados entre as nações (II Reis 18.31-32)

Ezequias, recobra o seu animo diante da situação ou ficaria escravo de vez, ou daria o seu grito de libertação, assim Ezequias reúne-se com os sábios do seus povos, toma conselho com seus príncipes, faz as seguintes ações:

Tapa todas as Fontes de águas (II Cr 32.4) – decididamente Ezequias não fornecerá mais fontes ao inimigo – devendo tapar todas as fontes pelas quais o inimigo possa estar se abastecendo contra a nossa vida, Vindo Senaqueribe sitiaria a Jerusalém e matéria o seu exercito saciado com as próprias águas de Jerusalém!  - "O que é benção no tempo de paz, pode não ser no tempo de guerra" ( Pastor Alceu) –  è importante ter discernimento espiritual para saber quando e onde abrir ou fechar as fontes.

Restaura o Muro e ergue as Torres ( II Cronicas 32.5) - Os muros falam de nossas deficiências lugares onde há brechas pelas quais o inimigo usa para tomar a cidade, estas brechas devem ser reparadas, todo pecado deve ser confessado, para que o poder restaurador do sangue de Jesus Cristo seja real em nós. Os muros fala do lugar da vigilância da visão dos horizonte , é de suma importância que estejamos sempre vigilantes em oração e suplica (EFÉSIOS 6) para que estejamos atentos – "quando alguma coisa em nossa vida foge da normalidade é hora de orar estar vigilante" (Pastor Alceu)

Fez armas e escudos em abundancia II Cr 32.5  - é importante estar pronto para o combate com armas de defesa e ataque, nossa arma de ataque é a Palavra de Deus, a espada do Espírito ( EFESIOS 6),  e na palavra de Deus que recobramos o nosso animo, é por ela que nossa confiança em Deus se desenvolve, usar a palavra de Deus, e fiar-se com toda confiança naquilo que esta escrito sabendo que Deus é cumpridor daquilo que diz. O escudo por sua fez é a nossa fé (EFESIOS 6) a maior luta espiritual não é uma luta de poderes equivalentes entre si, até porque não existe poder que se rivalize com Deus, é antes de tudo uma luta de mentiras contra a verdade, mentiras do inimigo contra a verdade que existe em Deus, verdade esta que agora está em nós, que ao mesmo tempo que é nossa espada é também o nossa escudo protetor " A Tua Verdade ´é escudo e broquel" Salmo 91

Liberar a palavra com Fé – II Cr 32.7-8– "A palavra de Deus tem poder quando a liberamos com absoluta confiança e certeza de fé" (Pastor Alceu)

 

Ezequias recebe a mensagem do inimigo – II REIS 19.8-13 – II CR 32.9-20

Uma das maiores armas que o inimigo tem, e que usa com efeito é o medo, para nos desestabilizar emocionalmente e espiritualmente, e com Ezequias não foi diferente, Ezequias recebeu o que David Wilkerson chamou de "uma carta do diabo" cheia de ameaças. Quantos que tem repensando sua visa ao urgir uma noticia amedrontadora? Como disse vivemos uma guerra entre a mentira e a verdade, por isso eu duvido de muitos laudos médicos que sentenciam a pessoa de uma vez por todas, duvido dos altos índices de desemprego, duvido de todos os temores apregoados pela impressa muita vezes sensacionalista. Quantos sentenciados pela medicina que eu vi serem curados, quantas portas de empregos diziam estar fechadas que eu vi sendo abertas, vivemos a realidade do céus e não a terra, muito embora aqui estejamos por curto espaço de tempo ( Maranata!) mas não é curso deste mundo que domina a nossa vida e sim as Soberanas decisões do Nosso Deus. Decida viver com a vitória daquele que serve a Deus com inteireza de coração. Não se assuste com noticias ruins, e se por acaso vier a assustar-se, lance- se aos do Poderoso Deus de Abraão.

 

A Oração de Ezequias II Cr 19.14-19

Ezequias coma animo recobrado e com decisão de dar fim uma vez por resolve orar com todas as suas forças, não podemos negligenciar a oração pode muitos em seus efeitos, não precisamos de grandes períodos, tempos muitos prolongados, mas precisamos orar,m e na oração obter a resposta para nossa vida, fico com a palavra de amigo meu o Presbítero José Gonçalves, que em uma vigília ministrando a palavra disse: Não precisamos de longos períodos de oração para sermos ouvidos por Deus, mas devemos orar até que tenhamos a certeza que nossas orações foram ouvidas, sejamos com a viúva na porta do juiz, oremos até sentir a Gloriosa presença de Deus na nossa oração como resposta de que ele nos ouviu.

 

Conclusão:

O rei da Assíria esbravejou, ameaçou mas Deus mandou apenas um dos anjos que desolou os seus exércitos (II REIS 19.35) rompamos com todo o laço, toda a associação com aquilo que não agrada a nosso Deus, e sejamos sabedores que ele livra aquele que a ele se entrega.

 

Rodrigues

http://didaqueteologia.blogspot.com

http://somosfamiliacrista.blgospot.com

 

Para saber mais:

ü  Senaqueribe: "deus da lua, que multiplica os seus irmão – representa um principado demoníaco

ü  Ezequias: Deus é a minha Força

ü  Período Histórico: 705 a 681 antes de Cristo

 

 

 

 






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terça-feira, 13 de julho de 2010

Maquiavel, o Pastor

Poderia ser Maquiavel o Apostolo ou outro título qualquer - afinal os "fins jsutificam os meios" e não importa se esses fins não sejam totalmente de acordo com as Escrituras - o que importa no final é a Igreja cheia, o evangelho pregado - Evangelho? Bom não sei se o que temos ouvido por ai pode ser chamado de evangelho, continua- se amando as coisas do mundo, vivendo de acordo com o curso dele, diferente do fundamento apostolico de uma nova vida em Cristo, Vale tudo, festas juninas gospel, escola de samba gospel, vale-tudo gospel, tatuagem gospel e por ai vai...As liçoes da história do Cristianismo quando este foi se corrompendo aos poucos e cedendo aos desejos dos pagãos do impérios romano, tem sido esquecida, péla igreja atual - o triunfalismo pregado, não é bíblico, ouvir uma pregação ou uma palestra de auto ajuda ja não tem mais diferença alguma. Maquiavel esta vivo entre nós ensinando a Amoralidade do Principe, que tudo pode contanto que seja visando o bem maior do seu país, O Principe esta acima das Leis.- A pessoa se converte, mas ainda gosta de seus costumes biblicamente identificados como mundanos, seus eventos,q ue apropriadamente podemos chamar de pagãos etc - então façamos um evento, vamos dar um nome bonito para ela "GOSPEL" e pronto é quase certo que essa pesssoa não abandonará a Igreja e ainda trará os seus amigos - Na verdade a pessoa não nasceu de novo aidna ama este mundo com tudo o que ele tem - não conhece o Cristo que disse: Deixa tudo e segue-me...

Bem Jesus nos advertiu: quando o Filho do Homem vier, achará fé na terra?

Uma linda mulher!

Em tempos da ditadura da beleza, em que algumas marcas, associadas a um forte apelo midiático acabam formando uma opinião sobre a bel...